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Estudo comprova retorno social ao investir em moradia popular

Segundo a análise realizada pela empresa Seall, a cada R$ 1 investido no projeto, R$ 4,04 retornam para a sociedade em forma de benefícios sociais, econômicos e ambientais

Assessoria de Imprensa

09/03/2026 14h31 | Atualizada em 09/03/2026 14h49


Investir em moradia popular vai muito além da construção de edifícios: também impulsiona o desenvolvimento urbano, eleva a qualidade de vida das famílias e transforma positivamente todo o território.

É o que comprova o estudo de SROI (Social Return on Investment) do Grand Reserva Paulista, empreendimento da MRV na zona oeste de São Paulo.

Segundo a análise realizada pela empresa Seall, a cada R$ 1 investido no projeto, R$ 4,04 retornam para a sociedade em forma de benefícios sociais, econômicos e ambientais.

O levantamento considerou impactos diretos e indiretos para moradores, comunidade do entorno, poder público e soc

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Investir em moradia popular vai muito além da construção de edifícios: também impulsiona o desenvolvimento urbano, eleva a qualidade de vida das famílias e transforma positivamente todo o território.

É o que comprova o estudo de SROI (Social Return on Investment) do Grand Reserva Paulista, empreendimento da MRV na zona oeste de São Paulo.

Segundo a análise realizada pela empresa Seall, a cada R$ 1 investido no projeto, R$ 4,04 retornam para a sociedade em forma de benefícios sociais, econômicos e ambientais.

O levantamento considerou impactos diretos e indiretos para moradores, comunidade do entorno, poder público e sociedade, a partir de uma pesquisa de percepção com 742 habitantes e comerciantes de Pirituba, além da comparação de indicadores urbanos e sociais antes e depois da mudança das famílias para o empreendimento.

Segundo José Luiz Esteves da Fonseca, gestor executivo de Relações Institucionais e Sustentabilidade da MRV&CO, esse tipo de mensuração do impacto social de empreendimentos habitacionais permite quantificar benefícios que normalmente não aparecem nos indicadores financeiros tradicionais, como qualidade de vida da população e o desenvolvimento sustentável local.

“Nestes dois quesitos, por exemplo, identificamos que 79% dos moradores afirmam que o Grand Reserva Paulista contribuiu de forma significativa para a melhoria da qualidade de vida, enquanto 77% avaliam que o projeto trouxe uma grande contribuição para o desenvolvimento sustentável da cidade”, explica o executivo.

O estudo também evidenciou avanços importantes para a região, especialmente nas áreas de segurança, saúde e bem-estar, sustentabilidade e desenvolvimento comunitário. Entre os resultados, destacam-se a redução de 35% nas ocorrências de feminicídio no território em relação às regiões de origem dos moradores, aumento de 59% na cobertura vegetal, ampliação de 95% no acesso à infraestrutura cicloviária e crescimento de 63% na oferta de equipamentos públicos de esporte.

Os impactos são ainda mais expressivos entre famílias que migraram de áreas mais vulneráveis. Nesse grupo, a cobertura vegetal aumentou 136%, o acesso à infraestrutura cicloviária cresceu 1.192% e a exposição a feminicídios foi reduzida em 65%, evidenciando o papel da moradia bem planejada como instrumento de redução de desigualdades e outros desafios urbanos.

“A moradia popular, quando pensada de forma integrada ao território, é uma poderosa alavanca de transformação social. O SROI do Grand Reserva Paulista comprova que investir em habitação é investir em cidades mais justas, seguras e sustentáveis”, destaca Fonseca.

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