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Estrada de Ferro Carajás é reaberta com atraso

A ferrovia foi desimpedida um dia depois do prazo informado pela empresa em um comunicado ao mercado, divulgado na última segunda-feira.

Agência Estado

23/03/2012 11h10


A Estrada de Ferro Carajás (EFC) foi liberada para circulação de trens de carga e passageiros na noite de quarta-feira, depois de passar cinco dias interditada por causa do desabamento de uma ponte ferroviária no município de Vitória do Mearim, distante cerca de 170 quilômetros de São Luís.

No comunicado, a Vale informou que deixou de transportar cerca de 300 mil toneladas de minério de ferro pela EFC até a última terça-feira, e afirmou que o volume que deixará de ser embarcado é considerado pequeno e que poderá ser compensado por outras unidades da empresa no Rio de Janeiro e Espírito Santo.

O comunicado, porém, não informava a respeito do impacto no transporte de outros produtos que circulam normalmente pela Estrada de

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A Estrada de Ferro Carajás (EFC) foi liberada para circulação de trens de carga e passageiros na noite de quarta-feira, depois de passar cinco dias interditada por causa do desabamento de uma ponte ferroviária no município de Vitória do Mearim, distante cerca de 170 quilômetros de São Luís.

No comunicado, a Vale informou que deixou de transportar cerca de 300 mil toneladas de minério de ferro pela EFC até a última terça-feira, e afirmou que o volume que deixará de ser embarcado é considerado pequeno e que poderá ser compensado por outras unidades da empresa no Rio de Janeiro e Espírito Santo.

O comunicado, porém, não informava a respeito do impacto no transporte de outros produtos que circulam normalmente pela Estrada de Ferro Carajás, como níquel, cobre, manganês, ferro-gusa, grãos, fertilizantes e combustíveis, nem sobre o impacto do acidente no transporte de passageiros.

O desabamento da ponte aconteceu na noite da última sexta-feira, no quilômetro 142 da EFC, localizado a cerca de 10 quilômetros do perímetro urbano de Vitória do Mearim,quando operários que trabalham na manutenção da ferrovia terminavam de instalar a ponte que substituiria outra, ferroviária, sobre o rio Mearim, um dos principais cursos d''água do Maranhão.

Um grupo de 15 operários de uma empresa de engenharia contratada pela Vale trabalhava na hora em que a ponte ruiu e sete deles ficaram feridos, mas nenhum com gravidade. Todos foram socorridos pela equipe que estava no local.

 

 

 

 

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