Assessoria de Imprensa
02/10/2025 10h13
Por Fábio Mendes
O Brasil vive um momento decisivo em sua transição energética. Com mais de 60 gigawatts de potência instalada em energia solar e participação de 23,5% na matriz elétrica, o país já ocupa posição de destaque no cenário mundial, comprovando o imenso potencial que possui, conforme balanço da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar).
Mas, para transformar esse potencial em protagonismo global, será necessário dar passos firmes em direção à inovação tecnológica, ao fortalecimento da infraestrutura elétrica
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Por Fábio Mendes
O Brasil vive um momento decisivo em sua transição energética. Com mais de 60 gigawatts de potência instalada em energia solar e participação de 23,5% na matriz elétrica, o país já ocupa posição de destaque no cenário mundial, comprovando o imenso potencial que possui, conforme balanço da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar).
Mas, para transformar esse potencial em protagonismo global, será necessário dar passos firmes em direção à inovação tecnológica, ao fortalecimento da infraestrutura elétrica e à democratização do acesso às fontes renováveis.
A energia solar, além de ser uma fonte limpa e abundante, carrega consigo vantagens competitivas inegáveis. Pode reduzir em até 90% o custo da eletricidade para consumidores, tornar empresas mais competitivas e aliviar o orçamento das famílias brasileiras.
Desde 2012, a expansão do setor já trouxe mais de R$ 270 bilhões em investimentos, gerou 1,8 milhão de empregos verdes e evitou a emissão de mais de 88 milhões de toneladas de CO₂. Esses números traduzem o impacto real da tecnologia na vida dos brasileiros.
No entanto, não podemos ignorar os desafios. Os cortes na geração renovável sem a devida compensação aos empreendedores, somados às dificuldades de conexão de novos sistemas, ainda representam entraves que precisam ser superados. A tramitação das Medidas Provisórias 1300/2025 e 1304/2025, que tratam da reforma do setor elétrico, será crucial para dar mais segurança jurídica, atrair investimentos e acelerar a democratização da energia solar.
A GoodWe está preparada para contribuir de forma decisiva neste processo. Com soluções híbridas de alta capacidade, sistemas de armazenamento de longa duração e tecnologias avançadas em inversores, estamos prontos para atender desde residências até grandes indústrias, hospitais e data centers.
Também acreditamos que o agronegócio brasileiro, motor da economia nacional, terá papel central nessa revolução energética, ao adotar sistemas que garantam autonomia, redução de custos e mais sustentabilidade no campo.
A transição energética não é apenas um movimento econômico ou tecnológico: é um compromisso social e ambiental. O Brasil tem condições únicas para liderar essa transformação, aproveitando seu potencial solar, eólico e hídrico, combinado com inovação em armazenamento de energia, hidrogênio verde e inteligência artificial aplicada ao setor elétrico.
Na GoodWe, enxergamos esse momento como uma oportunidade histórica. Nossa atuação no país é guiada pela convicção de que cada megawatt gerado de forma limpa é um passo em direção a um futuro mais competitivo, justo e sustentável.
O Brasil já provou que pode ser protagonista. Agora, precisamos unir esforços - setor privado, governo e sociedade - para que a energia solar não seja apenas uma alternativa, mas a base da nova matriz elétrica brasileira.
*Fábio Mendes é vice-presidente da GoodWe Technologies para a América do Sul e acumula mais de 20 anos de atuação no setor de energia
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