Assessoria de Imprensa
13/05/2026 10h48 | Atualizada em 13/05/2026 14h26
A dificuldade para encontrar mão de obra qualificada na construção civil tem levado o mercado a buscar soluções capazes de aumentar a produtividade e reduzir etapas operacionais nos canteiros de obras.
A argamassa estabilizada e o contrapiso autonivelante vêm ganhando espaço por aliarem agilidade, padronização e menor dependência de processos manuais.
O tema tem deixado o mercado em atenção. Segundo a consultoria Falconi, entre os CEOs entrevistados para o Termômetro da Construção Civil 2025, 75% afirmam que a baixa oferta de mão de obra e o patamar elevado da taxa de juros são os principais fatores de i
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A dificuldade para encontrar mão de obra qualificada na construção civil tem levado o mercado a buscar soluções capazes de aumentar a produtividade e reduzir etapas operacionais nos canteiros de obras.
A argamassa estabilizada e o contrapiso autonivelante vêm ganhando espaço por aliarem agilidade, padronização e menor dependência de processos manuais.
O tema tem deixado o mercado em atenção. Segundo a consultoria Falconi, entre os CEOs entrevistados para o Termômetro da Construção Civil 2025, 75% afirmam que a baixa oferta de mão de obra e o patamar elevado da taxa de juros são os principais fatores de impacto no desempenho dos negócios da área.
Entre as soluções que vêm sendo adotadas pelo mercado está o contrapiso autonivelante, tecnologia que permite nivelamento em camada única, eliminando etapas convencionais do processo e reduzindo significativamente o tempo de execução.
Com alta fluidez e maior aderência, o sistema dispensa vibração e compactação, além de facilitar a aplicação de revestimentos posteriores.
“Na prática, a produtividade é um dos principais diferenciais. Enquanto um contrapiso convencional pode levar cerca de 10 dias para execução de uma área de 1.000 m², o contrapiso autonivelante pode atingir essa produção em apenas um dia de aplicação. Outro ganho está na logística da obra: por ser bombeado, o sistema elimina a necessidade de elevadores de carga, guinchos e equipes dedicadas ao transporte interno de materiais”, explica Cleiton Coelho, Gerente de Tecnologia e Inovação da Max Mohr, empresa especializada em argamassa e concreto.
Além da redução do tempo de execução, o pavimento pode ser liberado para circulação e continuidade de outros serviços em tempo reduzido, contribuindo para cronogramas mais enxutos e maior integração entre as etapas da obra.
“Outro movimento que temos observado é o crescimento do uso de argamassas estabilizadas, produzidas em centrais dosadoras e entregues prontas para uso. O modelo reduz perdas de material, melhora o controle de qualidade e diminui a necessidade de armazenamento de insumos nos canteiros”, afirma.
Nesse segmento, a Max Mohr, explica Coelho, atua com um sistema que fornece argamassa pronta para uso, estabilizada por até 72 horas, para aplicações que incluem assentamento de alvenaria, reboco convencional e projetado, contrapiso convencional, bombeado, leve e autonivelante.
"Além da produtividade, o uso dessas soluções contribui para que as obras permaneçam mais limpas, com redução de desperdícios e menor movimentação de materiais dentro do canteiro, fatores que ganham relevância em um momento em que a construção civil busca produzir mais com equipes reduzidas", finaliza.
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