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04 de novembro de 2021
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Construção civil aponta falta de profissionais qualificados

77% das empresas do setor afirmam ter dificuldade em contratar novos profissionais
Fonte: Band Notícias

O setor de construção civil está em alta no Brasil. Não faltam vagas de trabalho no setor, mas as empresas não estão conseguindo achar profissionais com a qualificação necessária.

A indústria da construção tem um dos melhores salários médios de admissão do Brasil (R$ 1.843,79), perdendo somente para o setor de serviços (R$ 1.947,92). Ainda assim, não tem ninguém para preencher os espaços vazios.

No total, 77% das empresas do setor contam ter dificuldade em contratar. O problema mais apontado pela maioria delas é a falta de profissionais qualificados.

“Principalmente naqueles cargos chamados de gestão de obras: mestre de obras, encarregado de obras, e até algumas funções técnicas que também têm um pouco de gestão, como pedreiro, carpinteiro, o eletricista, o pintor", explica Fernando Guedes, presidente da comissão de relações de trabalho da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

“Ceramistas, gesseiros, essa mão de obra está começando a ter uma dificuldade de encontrar. Isso preocupa um pouco porque pode acarretar em um problema ainda maior no decorrer de 2022", completou Milton Bigucci Júnior, dono de uma empresa no setor.

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O setor de construção civil está em alta no Brasil. Não faltam vagas de trabalho no setor, mas as empresas não estão conseguindo achar profissionais com a qualificação necessária.

A indústria da construção tem um dos melhores salários médios de admissão do Brasil (R$ 1.843,79), perdendo somente para o setor de serviços (R$ 1.947,92). Ainda assim, não tem ninguém para preencher os espaços vazios.

No total, 77% das empresas do setor contam ter dificuldade em contratar. O problema mais apontado pela maioria delas é a falta de profissionais qualificados.

“Principalmente naqueles cargos chamados de gestão de obras: mestre de obras, encarregado de obras, e até algumas funções técnicas que também têm um pouco de gestão, como pedreiro, carpinteiro, o eletricista, o pintor", explica Fernando Guedes, presidente da comissão de relações de trabalho da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

“Ceramistas, gesseiros, essa mão de obra está começando a ter uma dificuldade de encontrar. Isso preocupa um pouco porque pode acarretar em um problema ainda maior no decorrer de 2022", completou Milton Bigucci Júnior, dono de uma empresa no setor.

De olho nessa questão, o Sindicato da Construção Civil de São Paulo até criou novos cursos, em parceria com o Sebrae, para trazer novos profissionais ao setor e evitar um “apagão” da mão de obra no setor em 2022.

"O profissional qualificado ele está sendo cada vez mais valorizado, inclusive com o salário de entrada aumentando", aponta Guedes.

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