Assessoria de Imprensa
26/06/2026 11h18
A construção de prédios altos demanda uma combinação de planejamento, engenharia aplicada e controle rigoroso das etapas de execução.
Em empreendimentos verticalizados, atividades como trabalho em altura, movimentação de materiais, montagem de sistemas de acesso, concretagem e circulação de equipes em diferentes níveis tornam a segurança um fator decisivo para o desempenho da obra.
Essa atenção ganha ainda mais importância no atual momento do mercado brasileiro. De acordo com dados do Ministério do Trabalho e Emprego, o país registrou 806.011 acidentes de trabalho somente no ano passado.
...

A construção de prédios altos demanda uma combinação de planejamento, engenharia aplicada e controle rigoroso das etapas de execução.
Em empreendimentos verticalizados, atividades como trabalho em altura, movimentação de materiais, montagem de sistemas de acesso, concretagem e circulação de equipes em diferentes níveis tornam a segurança um fator decisivo para o desempenho da obra.
Essa atenção ganha ainda mais importância no atual momento do mercado brasileiro. De acordo com dados do Ministério do Trabalho e Emprego, o país registrou 806.011 acidentes de trabalho somente no ano passado.
O estudo também aponta que, entre 2020 e 2025, esse tipo de ocorrência aumentou 65,8% neste período.
No caso da construção civil, a prevenção passa por decisões que antecedem o início da obra. A escolha dos sistemas construtivos, a definição dos acessos, o dimensionamento de fôrmas e escoramentos, a logística de transporte vertical e a organização das frentes de atuação impactam diretamente a proteção dos profissionais e a previsibilidade do cronograma.
Segundo especialistas da SH Indústria, unidade fabril da SH, especializada no desenvolvimento e fabricação de soluções construtivas em fôrmas metálicas, prédios altos exigem atenção especial a fatores como vento, quedas, cuidado coletivo, estabilidade das estruturas provisórias, circulação segura das equipes e integração entre projeto e realização. Esses cuidados precisam ser avaliados de forma conjunta para evitar improvisos e reduzir riscos.
“Em um empreendimento verticalizado, cada etapa depende da anterior. Quando o planejamento técnico não considera a montagem, a circulação das equipes, a movimentação dos materiais e as condições reais do canteiro, a execução fica mais vulnerável a atrasos, retrabalhos e ameaças operacionais”, afirma Daniel Leopoldo, Gerente Comercial da SH.
Entre os pontos mais sensíveis está justamente o trabalho em altura, uma vez que nesse tipo de obra, além do uso adequado de equipamentos de apoio individual, há uma demanda por sistemas de proteção coletiva, plataformas seguras, treinamento constante e inspeções frequentes.
A prevenção também envolve a definição clara dos ciclos de montagem, concretagem e desmontagem, para que as equipes tenham uma rotina organizada e previsível.
“A segurança em prédios altos deve ser tratada como uma parte essencial de qualquer projeto. Ela depende de uma estrutura bem resolvida, escolha correta dos sistemas, orientação técnica e disciplina na operação. Quando esses elementos caminham juntos, o canteiro ganha em proteção, produtividade e qualidade”, complementa Leopoldo.
25 de junho 2026
Av. Francisco Matarazzo, 404 Cj. 701/703 Água Branca - CEP 05001-000 São Paulo/SP
Telefone (11) 3662-4159
© Sobratema. A reprodução do conteúdo total ou parcial é autorizada, desde que citada a fonte. Política de privacidade