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14 de outubro de 2010
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M&T Expo PS

O que pensam os formadores de opinião

Josefina Alvarez Castilho, Revista Obras, Cuba:
“Parece-me que será um evento muito interessante. É a primeira do gênero na América Latina. Nunca soube de outra que fosse voltada para este mercado específico. Será uma boa oportunidade de reunir, no mesmo lugar, quem oferece os produtos e serviços para estes setores, e quem utiliza esses produtos e serviços”.

Miguel Zavala Torres, Revista Tecnologia Minera, Peru:
“As construtoras e mineradoras da América Latina há muito tempo esperavam por uma feira com este perfil. No Peru estamos vivendo um boom das indústrias da construção e mineração. Há muitos investimentos em jogo e certamente estes mercados demandarão novas soluções em manutenção e serviços para sua cadeia de produção. Por tudo isso, a feira acontece em um momento muito oportuno”

Antonio Carlos Spaletta, Revista Borracha Atual, Brasil: 
“Nossa revista está atenta às novidades nos setor de reciclagem da borracha e sustentabilidade. Estamos interessados, por exemplo, nas destinações que podem ser dadas a pneus, correias transportadoras e outros elementos feitos de borracha, ao final de sua vida útil. Nossa expectativa é que a feira revele ao mercado fornecedores de soluções nestas áreas, novas idéias e oportunidades de negócios”.

Jessica María Terreros Jorge, Revista Minería Y Medio Ambiente e Revista Ingenieria e Construccion, Peru: 
“Os empresários e investidores do Peru terão uma excelente oportunidade para conhecer as novas opções em tecnologias para os setores de construção e mineração. Acredito que a feira permitirá a intensa troca de informações que estes setores precisam.

Ignácio Pica, Revista El Constructor, Argentina: 
“Na Argentina estão acontecendo muitas obras púbicas de infraestrutura. O mercado de construção está muito aquecido e precisando de informações novas. Nesse sentido, o Brasil é uma referência muito forte. Não só porque é cenário de um grande volume de obras de grande porte, mas também porque aqui há muitos fabricantes importantes, estabelecidos com suas fábricas. A feira vai permitir esse intercâmbio de experiências e informações, principalmente na área de manutenção de máquinas e equipamentos para a construção pesada.”

Carolyn Hernández, Revista Construir, Costa Rica: 
“Na minha opinião, o mais importante é que a nova feira servirá de exemplo, para que os demais países da América Latina organizem seus próprios eventos voltados para soluções em manutenção


Josefina Alvarez Castilho, Revista Obras, Cuba:
“Parece-me que será um evento muito interessante. É a primeira do gênero na América Latina. Nunca soube de outra que fosse voltada para este mercado específico. Será uma boa oportunidade de reunir, no mesmo lugar, quem oferece os produtos e serviços para estes setores, e quem utiliza esses produtos e serviços”.

Miguel Zavala Torres, Revista Tecnologia Minera, Peru:
“As construtoras e mineradoras da América Latina há muito tempo esperavam por uma feira com este perfil. No Peru estamos vivendo um boom das indústrias da construção e mineração. Há muitos investimentos em jogo e certamente estes mercados demandarão novas soluções em manutenção e serviços para sua cadeia de produção. Por tudo isso, a feira acontece em um momento muito oportuno”

Antonio Carlos Spaletta, Revista Borracha Atual, Brasil: 
“Nossa revista está atenta às novidades nos setor de reciclagem da borracha e sustentabilidade. Estamos interessados, por exemplo, nas destinações que podem ser dadas a pneus, correias transportadoras e outros elementos feitos de borracha, ao final de sua vida útil. Nossa expectativa é que a feira revele ao mercado fornecedores de soluções nestas áreas, novas idéias e oportunidades de negócios”.

Jessica María Terreros Jorge, Revista Minería Y Medio Ambiente e Revista Ingenieria e Construccion, Peru: 
“Os empresários e investidores do Peru terão uma excelente oportunidade para conhecer as novas opções em tecnologias para os setores de construção e mineração. Acredito que a feira permitirá a intensa troca de informações que estes setores precisam.

Ignácio Pica, Revista El Constructor, Argentina: 
“Na Argentina estão acontecendo muitas obras púbicas de infraestrutura. O mercado de construção está muito aquecido e precisando de informações novas. Nesse sentido, o Brasil é uma referência muito forte. Não só porque é cenário de um grande volume de obras de grande porte, mas também porque aqui há muitos fabricantes importantes, estabelecidos com suas fábricas. A feira vai permitir esse intercâmbio de experiências e informações, principalmente na área de manutenção de máquinas e equipamentos para a construção pesada.”

Carolyn Hernández, Revista Construir, Costa Rica: 
“Na minha opinião, o mais importante é que a nova feira servirá de exemplo, para que os demais países da América Latina organizem seus próprios eventos voltados para soluções em manutenção e pós-venda em equipamentos para a construção pesada. Tenho certeza que os empresários da Costa Rica e de toda a América Latina identificarão nesta feira uma excelente oportunidade de  conhecer novas tecnologias e fazer negócios.”

Andrea Moreira Papelo, Revista Vial, Argentina: 
“Este é o tipo de evento de interessa não só às áreas de construção e mineração, mas também a toda uma cadeia de logística. Vai interessar a todas as empresas que atuam no setor, dando grande visibilidade à indústria fornecedora de soluções para estes setores”

Susana Meersohn, Revista Area Minera: 
”Acredito que a M&T Expo Peças e Serviços será muito interessante editorialmente. Para os jornalistas da imprensa especializada da América Latina será uma rica fonte de informações.”

 

Números divulgados durante o encontro com a imprensa:

•No ano de 2010 o Produto Interno Bruto do Brasil deverá atingir o montante de R$3,5 trilhões
ou o equivalente a US$2,0 trilhões.

•Peças, serviços e locação de máquinas para o setor de construção incluem-se em um setor que gira cerca de 5% do PIB Brasileiro ou cerca de R$175 bilhões (US$100 bilhões).

•O setor de construção no Brasil deverá gerar cerca de 400 mil empregos diretos em 2010.

•A frota de máquinas da linha amarela, em operação produtiva, chegará a 100 mil unidades, 22 mil 
das quais serão vendidas em 2010.

•Da frota total, cerca de 4 mil máquinas serão paralisadas este ano, por obsolescência.

•Os serviços diretos voltados para a operação desta frota deverão atingir no mínimo R$ 2,0 bilhões.

•Estima-se que o mercado brasileiro de peças de reposição movimentou cerca de R$ 3,5 bilhões em 2009 e que movimentará cerca de R$ 4,0 bilhões em 2.010.

 

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