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Revista GC - Ed.112 - Agosto/Setembro 2026
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ESPECIAL IMOBILIÁRIO

MRV

Bairro planejado acessível tem proposta de alto padrão urbanístico e características de smart cidade
Por Redação

PRINCIPAL PROJETO

Sete Sóis Pirituba

DADOS TÉCNICOS
Local:
São Paulo (SP)
Tipo: Habitacional (MCMV)
Investimento: R$ 2 bilhões
Fase de Execução: 53% (urbanização / loteamento)
Entrega ou previsão: 2030
Área Total Construída: 420.000 m²
Área Total do Terreno: 1.700.000 m²
Escopo: Empreendimento de grande porte, implantado em uma área de aproximadamente 1,67 milhão de m², com implantação de infraestrutura de forma faseada

  • A dimensão do projeto também pode ser observada pelo volume de movimentação de terra, estimado em aproximadamente 1,8 milhão de m³ de terraplenagem, além da execução de m

PRINCIPAL PROJETO

Sete Sóis Pirituba

DADOS TÉCNICOS
Local:
São Paulo (SP)
Tipo: Habitacional (MCMV)
Investimento: R$ 2 bilhões
Fase de Execução: 53% (urbanização / loteamento)
Entrega ou previsão: 2030
Área Total Construída: 420.000 m²
Área Total do Terreno: 1.700.000 m²
Escopo: Empreendimento de grande porte, implantado em uma área de aproximadamente 1,67 milhão de m², com implantação de infraestrutura de forma faseada

  • A dimensão do projeto também pode ser observada pelo volume de movimentação de terra, estimado em aproximadamente 1,8 milhão de m³ de terraplenagem, além da execução de mais de 30 km de redes de infraestrutura, contemplando sistemas de drenagem, abastecimento de água e esgotamento sanitário, com um total de 248 mil m² de sistema viário
  • “A implantação da infraestrutura está planejada em etapas, acompanhando o desenvolvimento dos empreendimentos, com potencial de atendimento a aproximadamente 45 mil pessoas ao longo da consolidação do projeto”, explana a construtora

Diferencial técnico: Moradias acessíveis em um bairro planejado, com proposta de alto padrão urbanístico e características de smart cidade
Volume de concreto: 300.000 m³
Pavimentos: 10

DESCRITIVO DE SOLUÇÕES

  • Inovação: Soluções de cabeamento para redução da poluição visual, iluminação em LED e infraestrutura para Wi-Fi nas áreas comuns dos condomínios mostram o compromisso com a modernidade
    • “Sete Sóis será uma comunidade conectada e tecnologicamente avançada”, afirma a empresa
    • Uso de sistemas inteligentes no desenvolvimento do projeto, como a utilização da tecnologia BIM, que permite um planejamento e gestão mais eficazes dos projetos, reduzindo desperdícios e melhorando a eficiência do uso dos materiais.
  • Planejamento: Com área aproximada de 1,7 milhão de m² e 64 empreendimentos, o projeto foi estruturado e faseado em 6 etapas construtivas, permitindo organizar a implantação da infraestrutura de forma planejada, compatibilizando cronogramas, investimentos, frentes de trabalho e as necessidades de cada etapa do empreendimento
    • Um dos grandes diferenciais do planejamento foi a execução da terraplenagem de todo o loteamento em uma única etapa
    • A estratégia permitiu otimizar a movimentação de solo e que, por meio de planejamento integrado, o material escavado fosse compensado internamente, sem a necessidade de importação ou exportação de terra
    • As demais disciplinas de infraestrutura, como redes de abastecimento de água, drenagem, esgotamento sanitário e pavimentação do sistema viário, estão sendo implantadas de forma faseada, acompanhando as 6 etapas definidas para o empreendimento
    • “Após a liberação da infraestrutura de cada fase, os lotes ficam disponíveis para o início da implantação dos respectivos empreendimentos”, explica
    • “Esse planejamento proporciona acesso facilitado às áreas de construção, além de permitir que os empreendimentos já contem com a infraestrutura necessária para sua implantação, incluindo abastecimento de água, sistema de esgotamento sanitário e drenagem”
    • “Dessa forma, o faseamento não apenas organiza a execução da infraestrutura, mas também cria uma sequência integrada entre urbanização e implantação dos empreendimentos, garantindo maior previsibilidade, eficiência e segurança para as etapas seguintes”, assegura a MRV
    • Aimplantação da infraestrutura está prevista para ocorrer até 2030
  • Qualidade Urbana: O projeto prevê soluções inteligentes em termos de segurança, pensadas e adequadas à realidade local
    • A integração da Smartcidade Sete Sóis com o entorno, a criação e fortalecimento de estabelecimentos comerciais e de serviços da região e a inclusão de espaços de lazer planejados, contribuirão para que o bairro esteja sempre ativo, 24 horas por dia
    • Além disso, o complexo contará com praças e ruas iluminadas, calçadas largas, permeabilidade visual em muros e gradis e comércios e serviços de frente para as vias
    • “Esses recursos resultarão em maior segurança devido ao fluxo contínuo de pessoas na região”, considera a construtora
    • A infraestrutura de mobilidade será aprimorada com a implantação de 15 km de novas vias em uma malha viária estratégica que conecta as avenidas Raimundo Pereira de Magalhães e Doutor Felipe Pinel
    • “Assim, Sete Sóis não apenas torna o deslocamento pelas vias mais conveniente, como também fomenta opções de transporte sustentável, com a implementação de 8 km de ciclovias”, completa
    • “As ruas foram projetadas para serem amigáveis aos pedestres e ciclistas, com calçadas largas e acessibilidade, vias com sinalização de faixas e pisos demarcados”
  • Projeto: O projeto utiliza diferentes soluções pré-fabricadas, industrializadas e métodos construtivos que contribuem para o aumento da produtividade, padronização, controle de qualidade e redução dos impactos durante a execução, avalia a MRV
    • Na infraestrutura do loteamento, são utilizadas aduelas pré-moldadas de concreto nas travessias de drenagem e tubos de concreto nas redes de drenagem
    • Também é empregado o Método Não Destrutivo (MND) na execução de travessias e redes, permitindo a implantação da infraestrutura com menor necessidade de abertura de valas e menor interferência nas vias e estruturas existentes, reduzindo os impactos sobre a circulação e o entorno da obra
    • “São utilizadas ainda estruturas pré-moldadas nas áreas de garagem, contribuindo para a racionalização dos processos construtivos e maior previsibilidade dos serviços”, descreve a empresa
    • Com investimento de mais de R$ 300 milhões em infraestrutura e urbanização, o empreendimento distribui de forma equilibrada os espaços destinados ao uso institucional, áreas comerciais e de serviços
    • “Isso evita grandes deslocamentos, o que garante uma comunidade bem-equipada, além de atender não apenas os moradores do novo bairro, mas também reforçar a rede existente no bairro”, acrescenta
    • Mais de 20 praças com quadras poliesportivas, pistas de skate, playgrounds, área fitness e pet place proporcionarão espaços de recreação planejados para a comunidade
    • “Como a urbanizadora e a incorporadora pertencem ao mesmo proprietário, o crescimento do bairro ocorre de forma planejada e organizada, seguindo fielmente o que foi projetado. Isso traz diversas vantagens para o desenvolvimento do local, pois há uma progressão mais eficiente entre os projetos de infraestrutura e as construções residenciais e comerciais”
  • Eficiência Energética: Entre as soluções adotadas está a utilização de iluminação em LED nas praças e iluminação externa, proporcionando maior eficiência energética, redução do consumo de energia e maior durabilidade dos equipamentos, em conjunto com a SP-Regula
    • Nos empreendimentos residenciais, são adotadas diretrizes e soluções associadas ao Selo Casa Azul + CAIXA, que contempla diferentes aspectos de sustentabilidade e desempenho ambiental, incluindo critérios relacionados à eficiência energética, gestão de recursos, conforto e qualidade do empreendimento
  • Uso de Materiais: A execução das obras utiliza tecnologia em paredes de concreto com fôrmas metálicas reaproveitáveis, em 95% das obras
    • Benefícios de sustentabilidade: eficiência energética e acústica, maior durabilidade, redução do impacto ambiental associado à manutenção e redução de resíduos
    • “Integrar essas práticas e tecnologias não só melhora a sustentabilidade dos empreendimentos, mas também pode oferecer vantagens econômicas e funcionais significativas”, avalia a companhia
    • “A combinação de concreto durável com tecnologias avançadas pode levar a construções mais eficientes e resilientes”
  • Gestão da água, solo e resíduos: Com 750 mil m2 de áreas verdes, a Smartcidade proporcionará um ambiente equilibrado, incluindo parques, praças, pomares e agroflorestas
    • Por reivindicação da comunidade, o córrego Cantagalo será revitalizado e contribuirá para a preservação ambiental, com um novo parque linear aberto para a população de Pirituba
    • “Com jardim de chuva, o projeto conta com 650 mil m2 de mata nativa, promovendo benefícios tangíveis para a qualidade de vida e preservação da fauna e flora local”
    • “A MRV manterá 97% da floresta nativa e adicionará 36 mil árvores jovens nativas da Mata Atlântica, requalificando a flora local e resgatando a riqueza natural da região”, promete
    • “Até então, 80% dessa área era composta por gramíneas e eucaliptos, uma espécie invasora que provoca o ressecamento do solo e maior exposição à erosão”, acentua
    • “Agora, o terreno receberá árvores nativas e um bairro sustentável que também contribuirá com a redução do déficit habitacional de São Paulo"
    • Outros: O projeto prevê o incentivo à criação de uma associação de bairro, para que a comunidade tenha voz ativa sobre o dia a dia da própria vizinhança com o poder público, promovendo a integração social
    • “O novo bairro será não só um espaço habitacional, mas uma comunidade ativa, inclusiva e comprometida com o bem-estar de seus residentes e vizinhos”
    • Desde o início das obras, o programa “Vizinho do Bem” implementa ações de impacto com foco no desenvolvimento da comunidade local
    • “O programa também é um canal de relacionamento com a vizinhança por meio do WhatsApp”, destaca a MRV
    • “Além de todo o investimento em infraestrutura e contrapartidas ambientais, o projeto contempla áreas doadas à prefeitura, voltadas para o entorno e preparadas para a construção de equipamentos públicos que atenderão tanto os moradores do novo bairro quanto os da região circundante”
    • Ao mesmo tempo em que contribui para a diminuição do déficit de moradias, diz a construtora, o projeto também atua no desenvolvimento urbano local, oferecendo infraestrutura completa pensada na população, com soluções que facilitarão o dia a dia dos moradores locais
    • “Isso proporciona a criação de novos negócios e a geração de empregos, promovendo o senso de comunidade e pertencimento”, assinala a construtora

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