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14 de outubro de 2011
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Olimpíadas 2016

Legado dos Jogos do Rio de Janeiro agora tem plano geral definido

Empresa de consultoria da Inglaterra foi a vencedora do concurso internacional que definiu o Plano Geral Urbanístico para a área que será ocupada, a área do Parque Olímpico

É da empresa de consultoria internacional Aecom, com sede na Inglaterra, o projeto vencedor do Concurso Internacional para o Plano Geral Urbanístico do Parque Olímpico Rio 2016.  Coordenado pela Empresa Olímpica Municipal, em parceria com o Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB), o concurso teve seu resultado divulgado no dia 19 de agosto, em cerimônia que contou com a presença do ministro do Esporte, Orlando Silva; do presidente do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman; do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes; e do presidente do IAB, Sérgio Magalhães, entre outras autoridades.

Participaram da disputa nada menos que 60 trabalhos, inscritos por escritórios de arquitetura de 18 países. Com sete integrantes, o júri foi formado por representantes da Prefeitura do Rio, da União Internacional de Arquitetos, do Instituto dos Arquitetos do Brasil, do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016 e do Governo Federal.

O Plano Geral Urbanístico define como será ocupada a área do Parque Olímpico, os espaços públicos, praças e parques, além da disposição das instalações permanentes e temporárias e dos futuros empreendimentos imobiliários a serem construídos na área. O detalhamento do plano, por meio do Projeto Executivo, será feito ao longo dos próximos meses pela Aecom, em conjunto com os entes envolvidos na construção do parque.

Os projetos para cada uma das instalações a serem construídas no parque, permanentes ou temporárias, serão objeto de concursos subsequentes, também a serem realizados pela Prefeitura do Rio de Janeiro em parceria com o IAB.

O Instituto dos Arquitetos do Brasil anunciou ainda um acordo com o Comitê Organizador Rio 2016 para a realização de outro concurso para escolher o projeto do novo campo de golfe a ser construído na cidade para os Jogos Olímpicos.

A Aecom, que também foi a responsável pelo Plano Geral Urbanístico do Parque Olímpico dos Jogos Londres 2012, receberá um prêmio de R$ 100.000.

Assim como em Londres, o projeto da Aecom para o Rio contempla a utilização do parque durante e após os Jogos. No modo “Jogos Olímpicos”, o projeto assegura as melhores condições para a realização


Empresa de consultoria da Inglaterra foi a vencedora do concurso internacional que definiu o Plano Geral Urbanístico para a área que será ocupada, a área do Parque Olímpico

É da empresa de consultoria internacional Aecom, com sede na Inglaterra, o projeto vencedor do Concurso Internacional para o Plano Geral Urbanístico do Parque Olímpico Rio 2016.  Coordenado pela Empresa Olímpica Municipal, em parceria com o Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB), o concurso teve seu resultado divulgado no dia 19 de agosto, em cerimônia que contou com a presença do ministro do Esporte, Orlando Silva; do presidente do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman; do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes; e do presidente do IAB, Sérgio Magalhães, entre outras autoridades.

Participaram da disputa nada menos que 60 trabalhos, inscritos por escritórios de arquitetura de 18 países. Com sete integrantes, o júri foi formado por representantes da Prefeitura do Rio, da União Internacional de Arquitetos, do Instituto dos Arquitetos do Brasil, do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016 e do Governo Federal.

O Plano Geral Urbanístico define como será ocupada a área do Parque Olímpico, os espaços públicos, praças e parques, além da disposição das instalações permanentes e temporárias e dos futuros empreendimentos imobiliários a serem construídos na área. O detalhamento do plano, por meio do Projeto Executivo, será feito ao longo dos próximos meses pela Aecom, em conjunto com os entes envolvidos na construção do parque.

Os projetos para cada uma das instalações a serem construídas no parque, permanentes ou temporárias, serão objeto de concursos subsequentes, também a serem realizados pela Prefeitura do Rio de Janeiro em parceria com o IAB.

O Instituto dos Arquitetos do Brasil anunciou ainda um acordo com o Comitê Organizador Rio 2016 para a realização de outro concurso para escolher o projeto do novo campo de golfe a ser construído na cidade para os Jogos Olímpicos.

A Aecom, que também foi a responsável pelo Plano Geral Urbanístico do Parque Olímpico dos Jogos Londres 2012, receberá um prêmio de R$ 100.000.

Assim como em Londres, o projeto da Aecom para o Rio contempla a utilização do parque durante e após os Jogos. No modo “Jogos Olímpicos”, o projeto assegura as melhores condições para a realização e operacionalização da competição esportiva. No modo “Legado”, garante a viabilidade dos novos empreendimentos de forma sustentável.

A proposta urbanística também contempla a transição do modo “Jogos Olímpicos” para o modo “Legado”; a preservação das qualidades ambientais do sítio, com destaque para a recuperação ecológica da lagoa; a priorização da permeabilidade do solo; acessibilidade universal; a integração dos projetos municipais previstos para o entorno; a priorização de inovações tecnológicas sustentáveis; a conexão entre os futuros equipamentos, esportivos ou não, através dos espaços públicos; o atendimento aos compromissos previstos na Candidatura Rio 2016; e a segurança.

O Parque Olímpico e seu legado

Em 2016, o Parque Olímpico será o coração dos Jogos. Com área de 1.180.000 metros quadrados, vai abrigar disputas de 10 esportes olímpicos (basquete, judô, taekwondo, lutas, handebol, hóquei sobre a grama, tênis, ciclismo, esportes aquáticos e ginástica) e 11 paraolímpicos (basquete em cadeira de rodas, rugby em cadeira de rodas, bocha, judô, vôlei sentado, goalball, futebol de 5, futebol de 7, tênis em cadeira de rodas, ciclismo e natação). No local, também serão construídos o Centro Principal de Imprensa (MPC, na sigla em inglês) e o Centro Internacional de Transmissões (IBC, na sigla em inglês), onde trabalharão cerca de 20 mil jornalistas credenciados.

Mais de três milhões de ingressos serão vendidos para competições a serem disputadas no parque, que receberá cerca de 200 mil espectadores por dia.

Após os Jogos, instalações esportivas e novas construções formarão uma área que será referência de planejamento e sustentabilidade para a cidade. O Plano Geral Urbanístico libera, no mínimo, 60% da área para empreendimentos futuros. As novas instalações esportivas permanentes estão concentradas em torno das já existentes, construídas para os Jogos Pan-americanos e Parapan-americanos Rio 2007 – Centro Aquático Maria Lenk, Velódromo Olímpico e Arena Olímpica. Após os Jogos, esse grupo de construções formará o primeiro Centro Olímpico de Treinamento da América do Sul e se tornará referência na descoberta e desenvolvimento de talentos esportivos.

Segundo Carlos Arthur Nuzman, “esta foi mais uma etapa no trabalho de construção do legado dos Jogos Rio 2016. O legado do Parque Olímpico para o esporte brasileiro será um centro de treinamento inspirado nos modelos de sucesso das principais potências esportivas do mundo”.

O prefeito carioca Eduardo Paes disse que a cidade “está caminhando muito bem na organização dos Jogos, como mostra este concurso. A preocupação é com o legado que ficará para a cidade. O Parque Olímpico será uma instalação central dos Jogos, concentrando diversas modalidades esportivas. Um dos objetivos do concurso foi pensar como ocupar essa área de maneira que seja possível captar recursos privados para obras que seriam feitas com recursos públicos”.

O australiano Adam Williams, diretor associado da Aecom, revelou ter buscado “inspiração nos elementos da cidade. Quisemos levar a experiência adquirida em Londres, onde também foi importante planejar o parque para durante e depois dos Jogos, assim como a transição entre esses dois momentos”.

Para o ministro Orlando Silva, “o resultado do trabalho tem a marca da inovação. A inovação no diálogo com a sociedade – por meio da parceria com o IAB – e inovação no projeto, que tem a dimensão da cidade do Rio de Janeiro”.

Para Regis Fichtner “é gratificante ver que o trabalho de preparação para os Jogos está evoluindo com mais este passo sendo dado. As obras de responsabilidade do Governo do Estado, como a construção da linha 4 do metrô, também estão andando bem”.

Marcio Fortes lembrou que “um concurso como este tem um valor muito grande porque atrai a atenção do mundo inteiro. Arquitetos de todo o planeta se preocuparam em pensar sobre como deixar uma contribuição arquitetônica para o Rio”.

Maria Silvia Bastos Marques observou que “os Jogos são uma oportunidade única para a cidade e é isso o que nos motiva. Este concurso colocou em debate a construção de instalações fundamentais para a competição, mas também nos deu a oportunidade de pensar um legado importante para a cidade”.

Comentando o projeto, Sergio Magalhães afirmou que “os vencedores mostraram deferência ao Rio de Janeiro, com um elemento sinuoso preto e branco no desenho que remete ao calçadão de Copacabana”.

Quem é a Aecom

A Aecom é uma empresa com atuação global no fornecimento de serviços integrados de engenharia, design e gerenciamento de programas para uma ampla gama de mercados, com presença em grandes projetos nos Estados Unidos, Canadá, México, e em vários países da América do Sul, África, Ásia e Austrália.

As áreas de prática da Aecom incluem Arquitetura, Engenharia Civil, Design e Planejamento, Economia, Energia, Meio Ambiente, Setor Governamental, Gerenciamento de Programas, Transporte e Água.

Sua equipe multidisciplinar inclui engenheiros, cientistas, especialistas em construção e outros profissionais alocados em escritórios nas Américas e em todo o mundo, sempre buscando associar recursos globais com expertise local. O objetivo da empresa é prover serviços técnicos e profissionais de alta qualidade, usando soluções criativas para todo tipo de desafio, grande ou pequeno.

 

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