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14 de novembro de 2019
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CONSTRUÇÃO

Materiais da Ulma Construction são utilizados na obra da nova estação Morumbi

A nova estação Morumbi que pertence a Linha 17 Ouro do Monotrilho ligará o Aeroporto de Congonhas com o bairro do Morumbi
Fonte: Assessoria de Imprensa

Uma importante obra de mobilidade urbana está sendo realizada no Morumbi, zona sul da cidade de São Paulo.

A nova estação Morumbi que pertence a Linha 17 Ouro do Monotrilho ligará o Aeroporto de Congonhas com o bairro do Morumbi.

Com esta estação, as pessoas poderão fazer a integração com a Linha 9 Esmeralda da CPTM.

Planejada para ter total acessibilidade, esta estação contará com plataformas laterais de 60 metros cada, além de ventilação e iluminação natural, sistema de captação de água da chuva, que vai servir para limpeza das calçadas e irrigação dos jardins.

Também contará com piso tátil, cinco escadas fixas e dois bloqueios especiais. A estação deverá atender 41 mil passageiros diariamente.

O principal desafio da obra era encontrar maneiras de oferecer apoio para o escoramento da estrutura, já que o terreno possuía diversas limitações de espaço e capacidade de carga.

A Camargo Correa Infra, construtora responsável pela obra, utilizou da expertise da empresa Ulma Construction para o desenvolvimento dos sistemas de fôrmas, escoramentos e andaimes de acesso a obra.

De acordo com Marcelo Passerotti, engenheiro de produção da Camargo Co...


Uma importante obra de mobilidade urbana está sendo realizada no Morumbi, zona sul da cidade de São Paulo.

A nova estação Morumbi que pertence a Linha 17 Ouro do Monotrilho ligará o Aeroporto de Congonhas com o bairro do Morumbi.

Com esta estação, as pessoas poderão fazer a integração com a Linha 9 Esmeralda da CPTM.

Planejada para ter total acessibilidade, esta estação contará com plataformas laterais de 60 metros cada, além de ventilação e iluminação natural, sistema de captação de água da chuva, que vai servir para limpeza das calçadas e irrigação dos jardins.

Também contará com piso tátil, cinco escadas fixas e dois bloqueios especiais. A estação deverá atender 41 mil passageiros diariamente.

O principal desafio da obra era encontrar maneiras de oferecer apoio para o escoramento da estrutura, já que o terreno possuía diversas limitações de espaço e capacidade de carga.

A Camargo Correa Infra, construtora responsável pela obra, utilizou da expertise da empresa Ulma Construction para o desenvolvimento dos sistemas de fôrmas, escoramentos e andaimes de acesso a obra.

De acordo com Marcelo Passerotti, engenheiro de produção da Camargo Corrêa Infra, o sistema de treliças MK foram importantes para solucionar o escoramento da estrutura da estação, pois o terreno não proporcionava o suporte necessário para a fundação.

As treliças venceram vãos de até 18m, sendo 6m em balanço sobre o rio, permitindo a construção das estruturas de grandes vãos com total segurança.

“O sistema de Treliças MK foi utilizado para vencer uma estrutura em balanço, que tivemos a necessidade de construir para o corpo da estação Morumbi, uma parte desse corpo é em balanço sobre o Rio Pinheiros, então foi desenvolvida uma solução de engenharia juntamente com a Ulma e a Camargo Corrêa Infra, para que conseguissemos montar o cimbramento que pudesse sustentar esse corpo da estação neste trecho em balanço”, explica Passerotti.

Os painéis Comain forma, afirma o especialista, utilizados para fôrma da estrutura, principalmente dos pilares e vigas travessas, foram bem aplicados por permitir adaptar nas diversas geometrias da obra, e como é possível observar, a estrutura tem bastante variação, nenhuma peça é igual a outra, e as fôrmas foram aplicadas de acordo com a modulação de cada geometria.

A Camargo Correa Infra utilizou a fôrma Enkoform para a construção das lajes da estação, pois trata-se de um sistema bem flexível, que permite a construção de lajes com alta qualidade de acabamento do concreto.

Já os pilares e vigas com geometrias variáveis e alturas de até 4m foram solucionados com a fôrma Comain, indicada para este tipo de serviço, devido a sua leveza e versatilidade.

Os acessos dos trabalhadores entre canteiro e escritório da obra, também exigiram atenção especial, por estarem em lados distintos da Marginal Pinheiros, região com grande incidência de ventos.

“A solução foi definida pelo sistema MK com uma passarela de 40m de vão livre, apoiadas em torres MK, que em conjunto com as escadas de acesso Brio, proporcionaram o acesso seguro a todos os locais da obra”, conclui Passerotti.