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02 de abril de 2020
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INVESTIMENTOS

Estudo mostra que o Brasil receberá R$ 850 bilhões de investimento em infraestrutura até 2025

Indústria e Energia são os destaques do relatório feito anualmente pela Neoway em Big Data Analytics e Inteligência Artificial
Fonte: Assessoria de Imprensa

Antes da eclosão da pandemia, a expectativa era de que o Brasil poderia receber investimentos de R$ 849,9 bilhões em infraestrutura e construção civil entre 2020 e 2025. Considerando o cenário pré-coronavírus, o valor foi levantado pelo Brasil Visto Pela Neoway, estudo realizado pela própria Neoway, empresa de Big Data Analytics e Inteligência Artificial da América Latina.

O material aponta que obras em estágio de intenção (quando ainda não há um projeto) e em estágio de projeto receberão aportes de R$ 773,7 bilhões, cifra 9,8% maior se comparado com o levantamento do ano passado, que contemplava o período de 2019 a 2024.

O investimento em obras em andamento ou paralisadas será de R$ 76,2 bilhões, montante 38,5% superior ao último relatório.

“Os números desse ano são bastante otimistas e rompem a tendência de retração identificada nos relatórios anteriores. Pela primeira vez, desde 2013, houve um crescimento dos investimentos em obras em andamento, por exemplo”, comenta Jamila Rainha, Product Manager da Neoway.

O Brasil Visto Pela Neoway analisa, nacionalmente, seis setores principais (energia, saneamento, óleo & gás, transporte, indústria, infraestrutura esportiva) e suas subdivisões.

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Antes da eclosão da pandemia, a expectativa era de que o Brasil poderia receber investimentos de R$ 849,9 bilhões em infraestrutura e construção civil entre 2020 e 2025. Considerando o cenário pré-coronavírus, o valor foi levantado pelo Brasil Visto Pela Neoway, estudo realizado pela própria Neoway, empresa de Big Data Analytics e Inteligência Artificial da América Latina.

O material aponta que obras em estágio de intenção (quando ainda não há um projeto) e em estágio de projeto receberão aportes de R$ 773,7 bilhões, cifra 9,8% maior se comparado com o levantamento do ano passado, que contemplava o período de 2019 a 2024.

O investimento em obras em andamento ou paralisadas será de R$ 76,2 bilhões, montante 38,5% superior ao último relatório.

“Os números desse ano são bastante otimistas e rompem a tendência de retração identificada nos relatórios anteriores. Pela primeira vez, desde 2013, houve um crescimento dos investimentos em obras em andamento, por exemplo”, comenta Jamila Rainha, Product Manager da Neoway.

O Brasil Visto Pela Neoway analisa, nacionalmente, seis setores principais (energia, saneamento, óleo & gás, transporte, indústria, infraestrutura esportiva) e suas subdivisões.

Além dos segmentos de infraestrutura e industrial, afirma Jamila, o setor imobiliário também é monitorado por uma equipe especializada que acompanha a evolução de cada construção em todas as suas fases, incluindo obras que ainda não entraram em processo de licitação.

O relatório traz apontamentos como:
• Transportes e vias urbanas continuam concentrando a maior parte dos investimentos em projeto ou intenção. Porém, é importante ressaltar o foco atual no setor de energia, principalmente, em obras de geração.
• Considerando projeto e intenção O Sudeste receberá 40% dos novos investimentos, enquanto o Sul ficará com 26%, Nordeste (22%), Norte (4%) e Centro-Oeste (4%). O restante (4%) engloba construções em mais de uma região.
• A indústria também é destaque em obras em andamento e paralisadas. O valor absoluto cresceu vertiginosamente saindo de R$ 3 bilhões, verificado no estudo anterior, para R$ 18,7 bilhões.
• Em 2019, o governo divulgou o cancelamento de R$ 6,8 bilhões em investimentos em infraestrutura.
• Atualmente, há 359 obras paralisadas no país, totalizando R$ 8,1 bilhões.

“A nossa tecnologia permite acompanhar construções em todos os estados brasileiros. Oferecemos ao mercado inteligência por meio de dados atualizados e qualificados, além de modelos estatísticos próprios. Com isso, fomentamos a gestão estratégica da indústria da construção e trazemos um diferencial competitivo bastante interessante às empresas que utilizam as nossas soluções”, diz Rainha.