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12 de março de 2020
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OBRAS

Concrejato inicia obra de restauração do Museu Nacional de Belas Artes

A obra de modernização tem previsão de duração de 24 meses e contará com os serviços de restauro das fachadas, esquadrias externas, cúpulas, claraboias e instalação dos sistemas de detecção e combate a incêndio e pânico
Fonte: Assessoria de Imprensa

Situado no centro histórico do Rio de Janeiro, o Museu Nacional de Belas Artes está sendo restaurado pela Concrejato Engenharia, empresa especializada na recuperação de estruturas e de restauro de patrimônios.

Criado em 1937 e tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o espaço cultural contempla a história das artes plásticas no Brasil.

A obra de modernização tem previsão de duração de 24 meses e contará com os serviços de restauro das fachadas, esquadrias externas, cúpulas, claraboias e instalação dos sistemas de detecção e combate a incêndio e pânico. Construído em uma área total de 16.475m², o edifício abriga o maior acervo de obras de arte do século XIX.

De acordo com o gestor da obra, o arquiteto da Concrejato Alexandre Vidal, foi preciso mobilizar uma equipe especializada para restabelecer a ambiência arquitetônica de um espaço em pleno funcionamento.

“Estamos trabalhando com um museu que está com as portas abertas para o público, o que vai nos obrigar a criar proteções e logísticas especiais para amenizar o impacto da obra na rotina”, destaca Vidal.

Para atuar de forma segura, a Concrejato analisa as melhores té...


Situado no centro histórico do Rio de Janeiro, o Museu Nacional de Belas Artes está sendo restaurado pela Concrejato Engenharia, empresa especializada na recuperação de estruturas e de restauro de patrimônios.

Criado em 1937 e tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o espaço cultural contempla a história das artes plásticas no Brasil.

A obra de modernização tem previsão de duração de 24 meses e contará com os serviços de restauro das fachadas, esquadrias externas, cúpulas, claraboias e instalação dos sistemas de detecção e combate a incêndio e pânico. Construído em uma área total de 16.475m², o edifício abriga o maior acervo de obras de arte do século XIX.

De acordo com o gestor da obra, o arquiteto da Concrejato Alexandre Vidal, foi preciso mobilizar uma equipe especializada para restabelecer a ambiência arquitetônica de um espaço em pleno funcionamento.

“Estamos trabalhando com um museu que está com as portas abertas para o público, o que vai nos obrigar a criar proteções e logísticas especiais para amenizar o impacto da obra na rotina”, destaca Vidal.

Para atuar de forma segura, a Concrejato analisa as melhores técnicas de restauro e soluções de proteção do acervo. “Usamos métodos eficazes para que a integridade do imóvel tombado seja preservada”, ressalta o Superintendente Operacional da Concrejato, Fabricio Rocha.

A restauração terá um investimento de aproximadamente R$ 15 milhões e será financiada com os recursos do Fundo da Defesa de Direitos Difusos, do Programa de Trabalho da Justiça, Cidadania e Segurança Pública, que prevê investimentos até o ano de 2021 em obras de restauração e requalificação dos edifícios, incluindo reparos de infraestrutura, reforço de segurança contra incêndio e outras melhorias.

Com 13 obras de restauro em andamento por todo o país, como o Museu do Ipiranga e Farol Santander, em São Paulo e Palácio Capanema, no Rio de Janeiro, a Concrejato reforça sua experiência e evolução na condução de recuperação de estruturas e restauro de patrimônios históricos e arquitetônicos em grandes obras públicas e privadas.