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15 de dezembro de 2017
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Momento Expo

M&T EXPO: O Momento da Retomada!

A nova edição da M&T EXPO – Feira Internacional de Equipamentos para Construção e Mineração vai ocorrer no momento adequado para a apresentação das novas tendências, tecnologias e equipamentos e, consequentemente, para a realização de bons negócios. Essa análise é do engenheiro Afonso Mamede, presidente da Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração (Sobratema). A feira será realizada de 5 a 8 de junho de 2018, no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center.

“O Brasil iniciou um processo de recuperação e a perspectiva é que essa retomada ganhe mais força a partir do próximo ano, com reflexos muito positivos no segundo semestre de 2018. Com isso, a M&T Expo será promovida no momento certo, no qual os investimentos em infraestrutura estarão mais consolidados com o consequente reflexo nas obras, fortalecendo, dessa forma, o mercado de equipamentos para construção e mineração”, avalia Mamede.

Essa estimativa positiva do presidente da Sobratema é baseada nos resultados divulgados pelos institutos de pesquisa, obtidos a partir das ações implantadas pela equipe econômica do Governo. Neste ano, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro registrou crescimento tanto no primeiro como no segundo trimestre. De abril a junho deste ano, o PIB obteve alta de 0,2% ante ao primeiro trimestre deste ano. Em relação ao segundo trimestre de 2016, esse percentual é um pouco maior, de 0,3%. Esse aumento foi ocasionado pela área de serviços e pelo consumo das famílias. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Além disso, de acordo com Mamede, o governo tem buscado formas de destravar os investimentos em infraestrutura, seja por meio de anúncio de novas concessões ou pelo incentivo à venda do controle acionário de concessões já licitadas. “É certo que as grandes construtoras brasileiras estão vivendo um cenário difícil, em decorrência de uma série de fatores. Um deles, que pesa bastante para as empresas que venceram as licitações, é a falta de verba, associada  ao encarecimento do crédito para obtenção dos empréstimos de longo prazo para financiamento dos projetos programados”, explica.

Assim, Mamede pondera que grande parte dos os investimentos para infraestrutura, neste momento, vêm, necessariamente, do exterior. “A venda do controle acionário da concessão pode ser uma saída para as construtoras brasileiras reduzirem seu endividamento obtendo assim um maior equilíbrio financeiro e, ao mesmo tempo, para as companhias que estão adquirindo, uma oportunidade para aportar recursos e dar continuidade às obras e à modernização de estruturas existentes, obtendo com isso o retorno financeiro”. Um exemplo foi a compra pelo grupo chinês HNA Infrastructure da participação da Odebrecht Transport na concessionária que administra o Aeroporto do Galeão. O grupo é o maior acionista da Azul Linhas Aéreas e é dono da Swiss Airport, da Dufry e da companhia aérea chinesa HNA.