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26 de agosto de 2013
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Momento Construction

Construction Expo 2013: Rental reafirma tendência de crescimento no Brasil

Empresas do setor apresentam soluções integrais e debatem a importância da locação de equipamentos para a cadeia da construção

Poucos temas tiveram tanto destaque e alcançaram tamanha visibilidade durante a Construction Expo 2013 quanto o rental de equipamentos para a construção. Tanto na feira, que reuniu os mais diversos players da cadeia da construção, oferecendo os mais diferentes tipos de solução, quanto no congresso, que reuniu cerca de 2 mil pessoas, em torno dos temas mais relevantes, o rental esteve no centro das atenções. A Construction Expo 2013, que acontece a cada três anos, foi promovida pela Sobratema, de 5 a 8 de junho, atraindo cerca de 23 mil visitantes ao Centro de Convenções Imigrantes, em São Paulo (SP).

Um dos pontos altos da participação do setor de locação de equipamentos foi a realização do 1º Congresso Nacional de Valorização do Rental, que ocorreu no dia 6. O evento reuniu representantes das maiores empresas do setor, bem como de sindicatos e associações de classe, com o objetivo de destacar as vantagens da locação de máquinas em comparação com a compra de equipamentos. Para os participantes do congresso, o rental tem uma trajetória de crescimento assegurada, para os próximos anos. Nos Estados Unidos, por exemplo, o mercado de locação já ultrapassa a marca dos 60%. No Reino Unido, a porcentagem de maquinário alugado em relação ao total chega a 80%. No Brasil, por sua vez, o segmento responde por apenas 30% do mercado de equipamentos para construção.

Paulo Esteves, diretor da Solaris, destacou como uma das vantagens do rental a proteção contra as instabilidades da economia brasileira. “Em momento de forte oscilação do dólar, com interferências do governo brasileiro e do cenário internacional, quem importa maquinário fica refém do câmbio”, afirmou. Esteves lembrou que a moeda americana tem se valorizado em relação ao real. Por isso, o empreendedor que comprar uma máquina terá, além do risco de seu próprio negócio, a incerteza da cotação do dólar. Aumento da capacidade de financiamento, controle de custos, utilização de equipamentos adequados e apoio do locador foram outros benefícios apontados como vantagem para quem decide alugar em vez de comprar.

Para os executivos das empresas de rental, o mercado brasileiro ainda impõe uma série de problemas e deficiências que se traduzem em restrições ao crescimento do setor. Entre eles destacam-se o custo da mão de obra e a necessidade de treinamento dos operadore


Poucos temas tiveram tanto destaque e alcançaram tamanha visibilidade durante a Construction Expo 2013 quanto o rental de equipamentos para a construção. Tanto na feira, que reuniu os mais diversos players da cadeia da construção, oferecendo os mais diferentes tipos de solução, quanto no congresso, que reuniu cerca de 2 mil pessoas, em torno dos temas mais relevantes, o rental esteve no centro das atenções. A Construction Expo 2013, que acontece a cada três anos, foi promovida pela Sobratema, de 5 a 8 de junho, atraindo cerca de 23 mil visitantes ao Centro de Convenções Imigrantes, em São Paulo (SP).

Um dos pontos altos da participação do setor de locação de equipamentos foi a realização do 1º Congresso Nacional de Valorização do Rental, que ocorreu no dia 6. O evento reuniu representantes das maiores empresas do setor, bem como de sindicatos e associações de classe, com o objetivo de destacar as vantagens da locação de máquinas em comparação com a compra de equipamentos. Para os participantes do congresso, o rental tem uma trajetória de crescimento assegurada, para os próximos anos. Nos Estados Unidos, por exemplo, o mercado de locação já ultrapassa a marca dos 60%. No Reino Unido, a porcentagem de maquinário alugado em relação ao total chega a 80%. No Brasil, por sua vez, o segmento responde por apenas 30% do mercado de equipamentos para construção.

Paulo Esteves, diretor da Solaris, destacou como uma das vantagens do rental a proteção contra as instabilidades da economia brasileira. “Em momento de forte oscilação do dólar, com interferências do governo brasileiro e do cenário internacional, quem importa maquinário fica refém do câmbio”, afirmou. Esteves lembrou que a moeda americana tem se valorizado em relação ao real. Por isso, o empreendedor que comprar uma máquina terá, além do risco de seu próprio negócio, a incerteza da cotação do dólar. Aumento da capacidade de financiamento, controle de custos, utilização de equipamentos adequados e apoio do locador foram outros benefícios apontados como vantagem para quem decide alugar em vez de comprar.

Para os executivos das empresas de rental, o mercado brasileiro ainda impõe uma série de problemas e deficiências que se traduzem em restrições ao crescimento do setor. Entre eles destacam-se o custo da mão de obra e a necessidade de treinamento dos operadores, que reduzem as margens de lucro das empresas. “Encargos sobre salários chegam a 108% e o preço da hora do trabalhador fica perto de R$ 50”, disse Alisson Daniel Gomes, diretor da Escad Rental.

Reinaldo Fraiha Nunes, presidente do Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas, Ferramentas e Serviços (Sindileq) de Pernambuco, apontou ainda a necessidade de formulação de contratos mais completos e claros. “O documento precisa ter, por exemplo, cláusulas com as condições de saída do bem e de responsabilidade sobre danos. Só assim o rental conseguirá mais respeito e valorização.”

Salão temático

Além do congresso, o setor do rental marcou sua presença na Construction Expo com um salão temático que reuniu algumas das maiores empresas do setor. Estiveram presentes empresas do porte da Escad, Sotreq, CHB locações, Tuka Rental, Retrolula e Luna Locações. O salão temático foi prestigiado, ainda, pelo Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas, Ferramentas e Serviços Afins do Estado de Minas Gerais (Sindileq-MG); pelo Sindicato dos Locadores de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas de Pernambuco (Sindileq-PE); pela Associação Baiana das Empresas de Locação de Máquinas e Equipamentos da Bahia (Abelme); pela Associação Paulista dos Empreiteiros e Locadores de Máquinas de Terraplanagem e Ar Comprimido (Apelmat); e pela Associação dos Locadores de Equipamentos para a Construção Civil (Alec).

Fora do salão, mas participando da feira com estandes, estavam as empresas Loctrator, Locar, NAS do Brasil, Lafaete, Machbert, Transreta, Tecno Fast Atco, D2 CAT, Grupo Convicta e Central Locadora.