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Volvo Construction Equipment fecha 2011 com vendas recordes na América Latina

VCE comercializou um total de 4.413 equipamentos de construção na região no ano

Canal do transporte

10/02/2012 11h56 | Atualizada em 10/02/2012 14h15


A Volvo Construction Equipment comercializou um total de 4.413 equipamentos de construção na América Latina em 2011. De acordo com balanço divulgado pela empresa, trata-se de seu novo recorde de vendas na região, com aumento de 4% na comparação com o ano anterior.

Com esse resultado, a unidade de equipamentos de construção da Volvo faturou US$ 716,4 milhões na região no ano passado, US$ 85 milhões a mais que os US$ 631,3 milhões obtidos em 2010, também o melhor valor já registrado em toda a história da Volvo CE Latin America. Em seu balanço, a companhia destaca que as exportações do Brasil para os demais países da América Latina cresceram 38% no período.

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A Volvo Construction Equipment comercializou um total de 4.413 equipamentos de construção na América Latina em 2011. De acordo com balanço divulgado pela empresa, trata-se de seu novo recorde de vendas na região, com aumento de 4% na comparação com o ano anterior.

Com esse resultado, a unidade de equipamentos de construção da Volvo faturou US$ 716,4 milhões na região no ano passado, US$ 85 milhões a mais que os US$ 631,3 milhões obtidos em 2010, também o melhor valor já registrado em toda a história da Volvo CE Latin America. Em seu balanço, a companhia destaca que as exportações do Brasil para os demais países da América Latina cresceram 38% no período.

O presidente da Volvo Construction Equipment Latin America, Yoshio Kawakami, atribui os excelentes resultados da empresa na América Latina em 2011 ao aumento da oferta de equipamentos de construção e a diversificação da linha, inclusive com máquinas compactas, bem como à planejada expansão da oferta de produtos Volvo executada nos últimos anos com uma estratégia de comercialização que antecipou o ingresso de novos modelos. “Em 2008, tínhamos uma grande diversidade de equipamentos para ofertar aos clientes justamente no momento em que a economia brasileira mostrava seu vigor”, destaca.

As vendas da empresa no Brasil, no entanto, experimentaram uma queda de 6,5%, de 3.202 em 2010 para 2.993 no ano passado, resultado da produção limitada por conta da renovação de produtos, segundo Kawakami. “Como vamos vazer um upgrade de parte de nossa linha de produtos este ano, tivemos uma redução da disponibilidade de alguns modelos de máquinas em 2011. Acabamos tendo dificuldades dentro do Brasil justamente porque nossos equipamentos estão sendo muito procurados por sua alta qualidade e produtividade”, justifica.

De acordo com a companhia, o setor de construção continua como o grande impulsionador dos seus negócios no Brasil, pois representaram 55% das vendas da Volvo CE em 2011. Do total de máquinas vendidas para este setor, 6% foram para a construção pesada, 31% para a construção de rodovias e 63% para outros tipos de construção. Já o segmento de locação respondeu por 16,8% das vendas, seguido pelo setor de mineração, com mais de 10%.

Apesar da queda nas vendas, o Brasil continua como principal mercado da Volvo CE na América Latina, com uma participação de 68% nas suas vendas totais na região em 2011. “Hoje o mercado brasileiro é maior que todo o restante da América Latina, incluindo o México”, ressalta o presidente da empresa. Sobre perspectivas para a VCE Latin America em 2012, Kawakami espera, no mínimo, repetir o desempenho do ano anterior. “Se pudermos repetir o ano recorde não será um mal negócio”, avalia.

Em 2011, todos os demais países da América Latina representaram 42% das vendas totais da VCE na região, com 1.420 máquinas comercializadas. O líder de vendas da marca nos chamados “mercados hispânicos” foi a Argentina, com 261 máquinas e 5,9% do total; seguida por Chile, que comprou 246 unidades (5,5%); Colômbia, com 204 unidades (4,6%); e Panamá, com 151 unidades (4,1%).

Mundo - As vendas da Volvo CE no mundo em 2011 ficaram em 84 mil unidades, com faturamento de US$ 10 bilhões, sendo que a América Latina representou cerca de 6,5% desse total. Na apresentação dos resultados da empresa, Yoshio Kawakami observou que na América Latina os mercados hispânicos foram destaque com maior percentual de crescimento que o Brasil, diferente de anos anteriores.

 

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