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Universidade no Sul: convênio de R$ 3,5 mi em petróleo

Baguete

10/02/2012 11h42 | Atualizada em 10/02/2012 14h10


A BG Brasil, subsidiária brasileira da petroleira de origem britânica com faturamento de US$ 16 bilhões em 2010, assinou um convênio nesta quarta-feira (8) para investir R$ 3,5 milhões em projetos de pesquisa na UFGRS.

A intenção é construir modelos geológicos que permitirão uma melhor compreensão das bacias de Campos e de Santos, facilitando o trabalho de exploração e produção.

Para isso, será erguido um laboratório dedicado à interpretação sísmica dentro do campus da universidade gaúcha.

“A UFGRS é um centro de excelência em termos de geologia entre as universidades brasileiras. Em breve, anunciaremos novos convênios com valores maiores”, disse ao jornal Zero Hora o presidente da companhia no Brasil, Nelson Silv

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A BG Brasil, subsidiária brasileira da petroleira de origem britânica com faturamento de US$ 16 bilhões em 2010, assinou um convênio nesta quarta-feira (8) para investir R$ 3,5 milhões em projetos de pesquisa na UFGRS.

A intenção é construir modelos geológicos que permitirão uma melhor compreensão das bacias de Campos e de Santos, facilitando o trabalho de exploração e produção.

Para isso, será erguido um laboratório dedicado à interpretação sísmica dentro do campus da universidade gaúcha.

“A UFGRS é um centro de excelência em termos de geologia entre as universidades brasileiras. Em breve, anunciaremos novos convênios com valores maiores”, disse ao jornal Zero Hora o presidente da companhia no Brasil, Nelson Silva.

Conforme Silva, o convênio com a UFRGS é o primeiro investimento em pesquisa e desenvolvimento que a BG pretende realizar no Brasil nos próximos 15 anos. No total, os valores podem chegar a até US$ 2 bilhões.

P&D do óleo e gás no Rio Grande do Sul

A exploração do petróleo pré-sal tem resultado em investimentos na área de pesquisa em  universidades gaúchas.

Além da Ufrgs, a Unisinos assinou recentemente um convênio com a Petrobras e a Agência Nacional de Petróleo (ANP) para construção de um laboratório de R$ 3,2 milhões, em São Leopoldo.

No espaço serão feitas pesquisas sobre microfósseis, que são resquícios da vida pretérita da Terra e se encontram alojados nas rochas sedimentares.

O ramo de pesquisa está diretamente relacionado com a exploração das jazidas petrolíferas na camada do pré-sal, na qual a Petrobras já divulgou que pretende investir US$ 33 bilhões até 2014.

Em novembro de 2010, a Unisinos, em parceria com a  Organização Nacional da Indústria do Petróleo e Abinee, obteve R$ 4,9 milhões em verbas junto à Finep para a inauguração do  Instituto de Tecnologia em Automação para a Cadeia do Pré-sal, previsto para ser inaugurado em 2012.

Instalado no Tecnosinos, o instituto deve oferecer serviços design, prototipagem e mecânica fina para produtos de automação e um laboratório de ensaios e testes de avaliação de conformidade em segurança, focados na cadeia de fornecedores da exploração do pré-sal.

O centro de São Leopoldo é um dos três do gênero no país. Os outros dois locais ficam em São José dos Campos, centro de tecnologia do interior paulista, e no Rio de Janeiro, onde a Petrobras mantém seu P&D.

 

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