Energia
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28/06/2012 11h21 | Atualizada em 28/06/2012 16h51
Nesta semana, a Petrobras anunciou a redução da meta de produção de petróleo para 2016, com a sua presidente, Graça Foster, afirmando que a empresa não tem conseguido alcançar os números que propõe e, por isso, precisava de um volume estipulado menos ousado. Se o plano de expansão para os derivados de petróleo foi revisto, os de expansão para o etanol continuam em alta e a empresa pretende investir US$ 1,84 bilhão na ampliação da capacidade produtiva até 2016.
Do investimento previsto, US$ 1,05 bilhão será investido em projetos que já estão em andamento e que aumentarão a produção de etanol, do atual volume de um bilhão de litros anuais para 1,7 bilhão. O restante, ma
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Nesta semana, a Petrobras anunciou a redução da meta de produção de petróleo para 2016, com a sua presidente, Graça Foster, afirmando que a empresa não tem conseguido alcançar os números que propõe e, por isso, precisava de um volume estipulado menos ousado. Se o plano de expansão para os derivados de petróleo foi revisto, os de expansão para o etanol continuam em alta e a empresa pretende investir US$ 1,84 bilhão na ampliação da capacidade produtiva até 2016.
Do investimento previsto, US$ 1,05 bilhão será investido em projetos que já estão em andamento e que aumentarão a produção de etanol, do atual volume de um bilhão de litros anuais para 1,7 bilhão. O restante, mais de US$ 800 milhões, será destinado aos programas que objetivam ampliar a capacidade da empresa para mais de sete bilhões de litros por ano.
Já o biodiesel, deverá receber US$ 300 milhões em investimentos até 2016, de acordo com o Plano de Negócios 2012-2016.
A Petrobras também investirá US$ 13 bilhões na área de gás e energia, deste montante, US$ 5,7 bilhões serão destinados a projetos de transformação gás-química. "Uma das prioridades da empresa para os próximos anos é a transformação química do gás para a produção de fertilizante. Dois bilhões e meio de dólares serão para isso", disse Alcides Santoro, diretor de Gás e Energia da empresa.
O restante dos US$ 13 bilhões para a área de gás e energia será usado em movimentação do gás produzido (US$ 2,3 bilhões), em projetos de regaseificação (US$ 1,9 bilhão) e na geração de energia elétrica (US$ 1,6 bilhão), entre outros. Na expansão do parque de geração de energia termelétrica à base de gás, estão projetos como a Usina Baixada Fluminense, que entrará em operação no final de 2014.
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