Logística
Valor
27/04/2012 10h22 | Atualizada em 27/04/2012 13h36
A prefeita de Campos, Rosinha Garotinho (PR), afirmou que faltou diálogo entre o governo do Rio de Janeiro e a população do município de São João da Barra, região do Norte Fluminense, para a desapropriação de parte da área que será utilizada para a instalação do complexo industrial do Superporto do Açu, do empresário Eike Batista.
“Mas isso não é responsabilidade da Prefeitura de Campos, eu poderia responder se fosse governadora”, disse Rosinha. A prefeita destacou que o diálogo que faltou foi o mesmo que ela teve com Eike Batista quando ele propôs a construção de um corredor logístico dentro da cidade de Campos, para atender o porto, de uma forma que ela considerou p
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A prefeita de Campos, Rosinha Garotinho (PR), afirmou que faltou diálogo entre o governo do Rio de Janeiro e a população do município de São João da Barra, região do Norte Fluminense, para a desapropriação de parte da área que será utilizada para a instalação do complexo industrial do Superporto do Açu, do empresário Eike Batista.
“Mas isso não é responsabilidade da Prefeitura de Campos, eu poderia responder se fosse governadora”, disse Rosinha. A prefeita destacou que o diálogo que faltou foi o mesmo que ela teve com Eike Batista quando ele propôs a construção de um corredor logístico dentro da cidade de Campos, para atender o porto, de uma forma que ela considerou prejudicial para a população. Segundo a prefeita, o projeto está sendo estudado e será modificado.
Garotinho destacou que está “muito feliz” com a construção do empreendimento que está trazendo “avanços para a sociedade do Rio de Janeiro”. Garotinho ressaltou que os estudos para a instalação do porto de Eike foram feitos em 1999, quando ele era governador do Estado do Rio (1998-2002). “E a pedra fundamental foi lançada durante a gestão de Rosinha [entre 2002 e 2006]“, afirmou.
Rosinha afirmou que não sabe se terá oportunidade de conversar com a presidente Dilma Rousseff, que também estará presente no evento, sobre a possível distribuição dos royalties do petróleo entre Estados não produtores e produtores, como o Rio. “Ela conhece a nossa proposta”, disse. “Nós não temos nenhuma garantia que não vamos perder, estamos lutando para perder pouco”, completou.
09 de janeiro 2020
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