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Na Petrobras, Dilma defende política de privilegiar fornecedores nacionais

Agência Brasil

14/02/2012 11h38


A presidenta Dilma Rousseff defendeu nesta segunda-feira (13) a preferência da Petrobras por empresas nacionais nas compras de equipamentos e contratação de serviços.

Dilma discursou na posse da nova presidenta da estatal, Maria das Graças Foster, que substituiu José Sergio Gabrielli.

Dilma disse que até 2015 a Petrobras vai investir mais de US$ 220 bilhões na exploração e produção de petróleo e gás, em petroquímica, refino, transporte e na comercialização e frisou a importância de se comprar insumos, equipamentos e produtos no mercado brasileiro.

“A Petrobras é poderosa em escala mundial e é estratégica dentro do Brasil. Felizmente, sobreviveu a todos os ventos privatistas e persistiu como empresa brasileira. Sob

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A presidenta Dilma Rousseff defendeu nesta segunda-feira (13) a preferência da Petrobras por empresas nacionais nas compras de equipamentos e contratação de serviços.

Dilma discursou na posse da nova presidenta da estatal, Maria das Graças Foster, que substituiu José Sergio Gabrielli.

Dilma disse que até 2015 a Petrobras vai investir mais de US$ 220 bilhões na exploração e produção de petróleo e gás, em petroquímica, refino, transporte e na comercialização e frisou a importância de se comprar insumos, equipamentos e produtos no mercado brasileiro.

“A Petrobras é poderosa em escala mundial e é estratégica dentro do Brasil. Felizmente, sobreviveu a todos os ventos privatistas e persistiu como empresa brasileira. Sob controle do povo brasileiro. E, hoje, exerce papel fundamental em nosso modelo de desenvolvimento. Todos esses investimentos estarão orientados pelo compromisso de fortalecer a cadeia produtiva do país e de estimular o desenvolvimento tecnológico do setor no Brasil. Não abriremos mão de nossa decisão de garantir percentuais de conteúdo local nas compras da Petrobras”, assegurou a presidenta.

Dilma lembrou ainda a orientação passada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva: “A história recente da indústria naval brasileira, que renasceu a partir da correta e acertada decisão do presidente Lula de que as compras de navios, plataformas, sondas e equipamentos da Petrobras deveriam ser orientadas por um percentual produzido no nosso mercado interno, gerando empregos e conhecimento no Brasil, ajudando a consolidar setores produtivos, mostra que essa estratégia é vencedora. As compras da Petrobras, preferencialmente no Brasil, são vantajosas para a empresa e para o país.”

 

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