Infraestrutura
Portal 2014
11/11/2011 13h03
O monotrilho de Manaus, principal projeto de mobilidade urbana da capital do Amazonas para a Copa de 2014, terá de passar por um novo processo licitatório para que a obra possa ter prosseguimento. Esta decisão foi dada ontem (9) pelo procurador-chefe do Ministério Público Federal no Amazonas (MPF-AM), Athayde Ribeiro Costa, durante audiência pública na Assembleia Legislativa que avaliou a situação do projeto do novo meio de transporte.
Há mais de dois anos, o MPF-AM e a Controladoria Geral da União (CGU) apontaram uma série de irregularidades no projeto básico do monotrilho, e notificaram o governo do estado por diversas vezes. No entanto, as mudanças não foram realizadas, o que fez com que o órgão encaminhasse um expediente para
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O monotrilho de Manaus, principal projeto de mobilidade urbana da capital do Amazonas para a Copa de 2014, terá de passar por um novo processo licitatório para que a obra possa ter prosseguimento. Esta decisão foi dada ontem (9) pelo procurador-chefe do Ministério Público Federal no Amazonas (MPF-AM), Athayde Ribeiro Costa, durante audiência pública na Assembleia Legislativa que avaliou a situação do projeto do novo meio de transporte.
Há mais de dois anos, o MPF-AM e a Controladoria Geral da União (CGU) apontaram uma série de irregularidades no projeto básico do monotrilho, e notificaram o governo do estado por diversas vezes. No entanto, as mudanças não foram realizadas, o que fez com que o órgão encaminhasse um expediente para a Caixa Econômica Federal (CEF) suspendendo o repasse dos R$ 600 milhões destinados à obra.
Falhas de projeto
Quanto à correção das falhas de projeto, ainda não houve resposta da parte do governo, disse o procurador. “Estamos aguardando. Mas, ainda que todas as irregularidades sejam sanadas, será necessário realizar uma nova licitação, já que o certame realizado foi baseado num projeto repleto de vícios”, explicou. Athayde adiantou que acha praticamente impossível que todas as alterações sejam feitas a tempo, já que as irregularidades são graves e o tempo para a execução da obra é “relativamente curto”.
A audiência foi realizada pela Comissão de Transporte, Trânsito e Mobilidade (CTTM) da Assembleia Legislativa, e contou com a presença de um representante da CEF, responsável por financiar a obra. Não compareceram o secretário municipal de Infraestrutura (Seminf), Américo Gorayeb e o coordenador da Unidade Gestora da Copa (UGP-Copa), Miguel Capobiango.
16 de abril 2020
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