Construção Imobiliária
Revista Fator
16/04/2012 14h12
Um deles é Alexandre Lafer Frankel, CEO da Vitacon Incorporadora, que diz que o mercado imobiliário brasileiro comercial ainda é uma mina de ouro a ser explorada.
Segundo Frankel, a vacância está com o menor índice histórico. “Além disso, o fato de a economia estar muito aquecida, empresas estarem expandindo e novas empresas chegarem ao país faz com que a demanda fique acima da oferta”, diz o CEO.
Em pesquisa recente divulgada pela Associação de Investidores Estrangeiros em Imóveis (Afire), o Brasil teve a preferência de quase 20% dos entrevistados para empregar capital em empreendimentos comerciais. Para Frankel, os motivos para esse grande interesse são, além de o Brasil ser uma das poucas economias mundiais com desempe
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Um deles é Alexandre Lafer Frankel, CEO da Vitacon Incorporadora, que diz que o mercado imobiliário brasileiro comercial ainda é uma mina de ouro a ser explorada.
Segundo Frankel, a vacância está com o menor índice histórico. “Além disso, o fato de a economia estar muito aquecida, empresas estarem expandindo e novas empresas chegarem ao país faz com que a demanda fique acima da oferta”, diz o CEO.
Em pesquisa recente divulgada pela Associação de Investidores Estrangeiros em Imóveis (Afire), o Brasil teve a preferência de quase 20% dos entrevistados para empregar capital em empreendimentos comerciais. Para Frankel, os motivos para esse grande interesse são, além de o Brasil ser uma das poucas economias mundiais com desempenho positivo e com grande potencial de crescimento, leis e governo que inspiram credibilidade. “O País tem, hoje, um campo muito fértil para investimento e desenvolvimento de novos projetos. A necessidade de espaços seguirá em expansão, e o investidor estrangeiro sabe que aqui tem boas oportunidades de rentabilidade”.
Segundo Frankel, o mercado imobiliário terá 10 anos de forte expansão até que a demanda seja suprida e as implementações de crédito de renda comecem a estabilizar. O CEO da Vitacon usa dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) para ratificar essa previsão. O estudo aponta o cenário político e econômico nacional como extremamente favorável para que corporações do exterior aportem no Brasil. “O País é impulsionado por investimentos estrangeiros. Uma vez que os investimentos começaram a ser feitos em maior escala desde 2010, o impacto vai ser fortemente sentido em dois anos quando as unidades dos grandes empreendimentos comprados começarem a ser vendidas” conclui Frankel.
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