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EFE
20/12/2011 11h09 | Atualizada em 20/12/2011 14h05
Um navio de perfuração petrolífera propriedade de três grandes firmas do Japão começará a operar nas reservas de petróleo do pré-sal, no litoral do Brasil, em fevereiro de 2012, informou nesta segunda-feira o jornal econômico 'Nikkei'.
A embarcação, propriedade conjunta das companhias Mitsui&Co., Nippon Yusen e Kawasaki Kisen Kaisha, será fretado para a Petrobras por um máximo de 20 anos e se espera uma receita de cerca de US$ 3,333 bilhões.
As operações estarão a cargo da Etesco Drilling Services, uma joint venture entre as três companhias japonesas proprietárias junto com a firma Japan Drilling e outras duas empresas do Brasil e dos Estados Unidos, respec
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Um navio de perfuração petrolífera propriedade de três grandes firmas do Japão começará a operar nas reservas de petróleo do pré-sal, no litoral do Brasil, em fevereiro de 2012, informou nesta segunda-feira o jornal econômico 'Nikkei'.
A embarcação, propriedade conjunta das companhias Mitsui&Co., Nippon Yusen e Kawasaki Kisen Kaisha, será fretado para a Petrobras por um máximo de 20 anos e se espera uma receita de cerca de US$ 3,333 bilhões.
As operações estarão a cargo da Etesco Drilling Services, uma joint venture entre as três companhias japonesas proprietárias junto com a firma Japan Drilling e outras duas empresas do Brasil e dos Estados Unidos, respectivamente.
O investimento total, incluído o custo de construção do navio, chega a cerca de US$ 820 milhões, segundo o 'Nikkei'.
Construído em estaleiros sul-coreanos pela Samsung Heavy Industries, a embarcação, de 218 metros de comprimento, pode operar em águas de cerca de 3.000 metros de profundidade e fazer perfurações de 12 mil metros.
As operações permitirão às empresas japonesas adquirir experiência no terreno para enfrentar a demanda no campo dos recursos naturais, ressalta o jornal japonês.
O pré-sal é como são conhecidas as gigantescas reservas petrolíferas descobertas pelo Brasil no oceano Atlântico a grande profundidade, debaixo de uma camada de sal de dois quilômetros de espessura e que podem transformar o país em um dos maiores exportadores de petróleo do mundo.
Atualmente, o pré-sal representa 2% da produção do Brasil, mas espera-se que aumente para 18% em 2015 e 40% em 2020.
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