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24/08/2011 16h01 | Atualizada em 24/08/2011 19h42
A construtora Queiroz
Galvão, que propôs a implantação do monotrilho, e a Metropasse (Associação Baiana de Transportes Metropolitanos), que sugeriu construir BRT no corredor entre Lauro de Freitas e a Rótula do Abacaxi (Acesso Norte), recorreram do resultado final do Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) do governo do estado, que optou pelo metrô como modal para o trecho, informa hoje (23) o jornal A Tarde.
O questionamento, ainda na esfera administrativa, pode virar ação judicial caso a resposta do estado não agrade às empresas, que esperam mudar o resultado do PMI. A secretaria de Planejamento tem até a quinta-feira (25)
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A construtora Queiroz
Galvão, que propôs a implantação do monotrilho, e a Metropasse (Associação Baiana de Transportes Metropolitanos), que sugeriu construir BRT no corredor entre Lauro de Freitas e a Rótula do Abacaxi (Acesso Norte), recorreram do resultado final do Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) do governo do estado, que optou pelo metrô como modal para o trecho, informa hoje (23) o jornal A Tarde.
O questionamento, ainda na esfera administrativa, pode virar ação judicial caso a resposta do estado não agrade às empresas, que esperam mudar o resultado do PMI. A secretaria de Planejamento tem até a quinta-feira (25) para dar uma resposta aos questionamentos. "Não concordamos com o parecer e achamos que nossa proposta não foi analisada como deveria", reclama o diretor comercial da Queiroz Galvão, Nelson Moura, ao jornal baiano. Segundo ele, o modelo do monotrilho custa menos, é de construção mais rápida e transporta grande número de pessoas. Nenhum representante da Metropasse deu declarações a respeito.
16 de abril 2020
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