Mineração
REUTERS
24/11/2011 15h03 | Atualizada em 25/11/2011 18h02
O vice-diretor geral de pesquisa e desenvolvimento da China Beijing International Mining Exchange (CBMX), Ma Zhipeng, disse à Reuters nesta quinta-feira que a nova plataforma online será lançada oficialmente no fim do próximo mês.
A CBMX lançará também um novo índice de preços, baseado em transações realizadas nos portos dentro e fora da China, afirmou Ma.
Representantes da CBMX disseram ao jornal China Daily que a plataforma estará aberta para produtores nacionais e internacionais de minério de ferro, operadores e companhias de aço. Entretanto, para evitar especulações, bancos e organizações financeiras não terão permissão para participar.
O vice-presidente da CBMX, Liang Ruodong, afirmou que diversos produtores
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O vice-diretor geral de pesquisa e desenvolvimento da China Beijing International Mining Exchange (CBMX), Ma Zhipeng, disse à Reuters nesta quinta-feira que a nova plataforma online será lançada oficialmente no fim do próximo mês.
A CBMX lançará também um novo índice de preços, baseado em transações realizadas nos portos dentro e fora da China, afirmou Ma.
Representantes da CBMX disseram ao jornal China Daily que a plataforma estará aberta para produtores nacionais e internacionais de minério de ferro, operadores e companhias de aço. Entretanto, para evitar especulações, bancos e organizações financeiras não terão permissão para participar.
O vice-presidente da CBMX, Liang Ruodong, afirmou que diversos produtores estrangeiros de aço já mostraram interesse na plataforma, que a CBMX montará com Aluminium Corp of China e China Everbright Group.
A China há tempos acredita que o posto de maior consumidor de minério de ferro do mundo confere ao país uma força maior no que diz respeito a preços.
No ano passado, grande mineradoras como Vale, BHP Billiton e Rio Tinto deixaram o antigo sistema de "referência", pelo qual os preços anuais eram decididos por negociações entre compradores e fornecedores.
As companhias mudaram para um sistema baseado em índice, pelo qual os preços de contrato são ajustados a cada três meses, mas a China continuava reticente, alegando que os índices estrangeiros são vulneráveis a manipulação e especulação e que não refletem o real cenário do mercado.
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