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Caterpillar aposta em ampliação de fábrica para atender o pré-sal

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05/10/2011 09h55 | Atualizada em 05/10/2011 13h17


A política de conteúdo local e as descobertas do pré-sal fazem do petróleo brasileiro um bom foco de investimento, afirma o gerente-geral global para a área de petróleo da Caterpillar, David Noelken. Por isso, a companhia está realizando a ampliação da unidade existente em Piracicaba.

O objetivo é passar a produzir no Brasil equipamentos de motores do modelo 3.500, que são grupos geradores, anteriormente importados. Os equipamentos direcionados tanto à propulsão de barcos de apoio como para a geração de energia elétrica em plataformas de petróleo já estão sendo produzidos e deverão começar a ser vendidos dentro de seis semanas.

Com a expansão atual, a fábrica de Piracicaba pode se tornar fonte de exportação de equipamento

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A política de conteúdo local e as descobertas do pré-sal fazem do petróleo brasileiro um bom foco de investimento, afirma o gerente-geral global para a área de petróleo da Caterpillar, David Noelken. Por isso, a companhia está realizando a ampliação da unidade existente em Piracicaba.

O objetivo é passar a produzir no Brasil equipamentos de motores do modelo 3.500, que são grupos geradores, anteriormente importados. Os equipamentos direcionados tanto à propulsão de barcos de apoio como para a geração de energia elétrica em plataformas de petróleo já estão sendo produzidos e deverão começar a ser vendidos dentro de seis semanas.

Com a expansão atual, a fábrica de Piracicaba pode se tornar fonte de exportação de equipamentos de óleo e gás para todo o mundo, afirma o gerente-geral. As vendas devem ser iniciadas pelo Brasil, sendo expandidas posteriormente para América Latina, Golfo do México e depois para o resto do mundo.

No entanto, Noelken pondera que a indústria de fornecedores para a montagem dos motores do porte suficiente para a indústria de petróleo não está totalmente desenvolvida no Brasil. Ele acredita que ainda levará algum tempo até a indústria de base se desenvolver, embora algumas partes já sejam competitivas, como o setor de aço.

“Os fornecedores precisam de volume, de escala para serem competitivos”, disse.

Ele alertou para a possibilidade de os projetos no Brasil ficarem muito caros ou levarem muito tempo devido à política de conteúdo local.

 

 

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