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Brasil é um dos 10 países mais atraentes para energias renováveis

Bom desempenho da eólica colocou o país no 10º lugar do ranking da Ernst & Young

Exame.com

07/12/2011 15h17 | Atualizada em 07/12/2011 17h56


Os ventos estão favoráveis para o setor eólico brasileiro. Pela primeira vez, o país aparece entre os 10 mais atraentes para investimentos em energia renovável (veja lista na próxima página), graças, sobretudo, ao bom desempenho da eólica. De acordo com ranking trimestral realizado pela Ernst & Young, o Brasil ocupa agora a décima posição - oito acima na comparação com o mesmo período de 2010.

De acordo com o estudo “Renewable energy country attractiveness indices”, o terceiro trimestre de 2011 foi um bom momento para desenvolvedores da energia eólica no Brasil, com a realização de quatro leilões que forneceram oportunidades para remodelar o mercado energético naci

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Os ventos estão favoráveis para o setor eólico brasileiro. Pela primeira vez, o país aparece entre os 10 mais atraentes para investimentos em energia renovável (veja lista na próxima página), graças, sobretudo, ao bom desempenho da eólica. De acordo com ranking trimestral realizado pela Ernst & Young, o Brasil ocupa agora a décima posição - oito acima na comparação com o mesmo período de 2010.

De acordo com o estudo “Renewable energy country attractiveness indices”, o terceiro trimestre de 2011 foi um bom momento para desenvolvedores da energia eólica no Brasil, com a realização de quatro leilões que forneceram oportunidades para remodelar o mercado energético nacional. A energia eólica chamou a atenção porque, pela primeira vez, seu preço caiu abaixo do da eletricidade gerada pelas termelétricas a gás natural.

“O ranking mostra o amadurecimento do segmento eólico dentro da matriz energética brasileira”, avalia Luiz Claudio Campos, sócio de Transações da Ernst & Young Terco. “Há exatamente um ano, o Brasil estava na 18ª posição no ranking. Em um futuro próximo, o País pode ocupar uma posição de ainda mais destaque, provavelmente devido ao setor eólico.”

De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a capacidade de geração de energia eólica brasileira está no caminho certo para crescer em 600% até 2014 para mais de 7 gigawatts (GW), em comparação ao 1 GW alcançado no final de 2010. As razões para o bom resultado do setor no país incluem desde a recente chegada de fornecedores chineses de equipamentos, o que pode levar fornecedores locais a reduzirem seus preços para continuar competitivos, ao número crescente de fabricantes de turbinas no Brasil.

 

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