Assessoria de Imprensa
01/10/2026 00h01
A Atlas Critical Minerals anunciou na semana passada (2) a primeira estimativa de recursos minerais de seu projeto de grafite em Malacacheta (MG).
O levantamento identifica 24,2 milhões de toneladas de minério, com aproximadamente 1,36 milhão de toneladas de carbono grafítico contido.
A estimativa, preparada pela SGS Canada, classifica 17,2 milhões de toneladas como recursos indicados, com teor médio de 5,73% de carbono grafítico.
Outros 7 milhões de toneladas foram classificados como recursos inferidos, com teor médio de 5,40%.
O levantamento integra o relatório técnico do projeto apresentado pela companhia à Se
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A Atlas Critical Minerals anunciou na semana passada (2) a primeira estimativa de recursos minerais de seu projeto de grafite em Malacacheta (MG).
O levantamento identifica 24,2 milhões de toneladas de minério, com aproximadamente 1,36 milhão de toneladas de carbono grafítico contido.
A estimativa, preparada pela SGS Canada, classifica 17,2 milhões de toneladas como recursos indicados, com teor médio de 5,73% de carbono grafítico.
Outros 7 milhões de toneladas foram classificados como recursos inferidos, com teor médio de 5,40%.
O levantamento integra o relatório técnico do projeto apresentado pela companhia à Securities and Exchange Commission, a comissão de valores mobiliários dos Estados Unidos.
“Este recurso inicial é um marco decisivo para a Atlas Critical Minerals e para o fornecimento de grafite nas Américas”, afirma Marc Fogassa, presidente do conselho e diretor presidente da companhia, em comunicado.
A campanha de sondagem que embasou a estimativa reuniu 21 furos executados em 2026, com extensão total de 2.393,9 m.
Todos identificaram intervalos significativos de grafite, segundo a empresa.
Entre os resultados estão 43,1 m com teor de 6,20% de carbono grafítico e 17,3 m com teor de 10,62%.
Em 11 dos 21 furos, a mineralização foi encontrada nos primeiros 10 m de perfuração.
O recurso foi delimitado ao longo de aproximadamente 2,5 km de um corredor mineralizado de 11 km.
O trecho analisado fica em uma área de cerca de 997 hectares.
O projeto reúne três áreas contíguas que somam aproximadamente 2.822 hectares.
A Atlas pretende estender as sondagens aos 8,5 km restantes do corredor e investigar a continuidade do depósito em profundidade.
Para a SGS, as características identificadas até agora permitem avaliar uma futura operação a céu aberto.
Com base em uma comparação própria de informações técnicas públicas, a Atlas afirma que o projeto Malacacheta apresenta o maior recurso de grafite reportado na América do Sul segundo padrões internacionais de divulgação mineral, considerado o volume de carbono grafítico contido.
A empresa também aponta que o teor de 5,73% dos recursos indicados é cerca de 25% superior ao teor de 4,6% divulgado para os recursos medidos e indicados de Graphite Creek, no Alasca, com o mesmo teor de corte de 2%.
“Nosso relatório inicial de grafite já aponta para um ativo de qualidade”, diz Fogassa.
Segundo o executivo, amostras do projeto foram processadas e qualificadas por um laboratório nos Estados Unidos para uso em baterias de veículos elétricos e reatores nucleares.
A próxima etapa inclui novas perfurações e testes metalúrgicos.
Uma avaliação econômica preliminar está prevista para o 2º trimestre de 2027.
01 de outubro 2026
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