Logística
A Tribuna - Rio Branco
21/11/2011 15h05 | Atualizada em 21/11/2011 17h09
De acordo com a empresa, a APM Terminals aceitou a última proposta encaminhada pelo Sindicato dos Conferentes, mas não divulgou os termos do acordo.
Os 54 conferentes do Porto reivindicavam a garantia de contrato de emprego para todos, que trabalham no local em sistema de trabalho avulso.
Segundo o presidente do Sindicato dos Conferentes do Porto de Itajaí, Laerte Miranda Filho, as reivindicações não foram atendidas. "Tivemos que dar um passo atrás, em virtude da situação atual em que se encontra e da pressão política, não tivemos mais como segurar", afirmou Miranda Filho ao G1.
Como parte do acordo, segundo Miranda FIlho, os conferenetes aceitaram o desconto de 30% sobre os salários dos trabalhadores,
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De acordo com a empresa, a APM Terminals aceitou a última proposta encaminhada pelo Sindicato dos Conferentes, mas não divulgou os termos do acordo.
Os 54 conferentes do Porto reivindicavam a garantia de contrato de emprego para todos, que trabalham no local em sistema de trabalho avulso.
Segundo o presidente do Sindicato dos Conferentes do Porto de Itajaí, Laerte Miranda Filho, as reivindicações não foram atendidas. "Tivemos que dar um passo atrás, em virtude da situação atual em que se encontra e da pressão política, não tivemos mais como segurar", afirmou Miranda Filho ao G1.
Como parte do acordo, segundo Miranda FIlho, os conferenetes aceitaram o desconto de 30% sobre os salários dos trabalhadores, em troca da contratação com vínculo empregatício de todos os conferentes.
A estimativa do sindicato é a que a greve tenha gerado perdas de mais de R$ 10 milhões ao Porto de Itajaí, e impedido o atracamento de 30 navios.
09 de janeiro 2020
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