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AL: chuva destrói parte de ferrovia; prejuízo é de R$ 300 mi

Terra Brasil

23/06/2010 17h45 | Atualizada em 23/06/2010 20h54


As fortes chuvas em Alagoas destruíram parte da Transnordestina, ferrovia que interliga os portos do Ceará, Pernambuco, Maranhão e Alagoas. Segundo o governo do Estado, os prejuízos são de R$ 300 milhões. A inauguração do trecho alagoano, marcada para o dia 27, não tem mais data para ocorrer. "Alagoas vive uma tragédia que jamais se viu", disse o governador do Estado, Teotonio Vilela Filho (PSDB).

A Transnordestina tem 550 km de extensão. Em Alagoas, as obras recuperavam parte dos trilhos que haviam sido destruídos por outra enchente, em 2000, e estavam incluídas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), custando R$ 112 milhões. A ferrovia deveria

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As fortes chuvas em Alagoas destruíram parte da Transnordestina, ferrovia que interliga os portos do Ceará, Pernambuco, Maranhão e Alagoas. Segundo o governo do Estado, os prejuízos são de R$ 300 milhões. A inauguração do trecho alagoano, marcada para o dia 27, não tem mais data para ocorrer. "Alagoas vive uma tragédia que jamais se viu", disse o governador do Estado, Teotonio Vilela Filho (PSDB).

A Transnordestina tem 550 km de extensão. Em Alagoas, as obras recuperavam parte dos trilhos que haviam sido destruídos por outra enchente, em 2000, e estavam incluídas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), custando R$ 112 milhões. A ferrovia deveria baratear, em 40%, o transporte de açúcar, álcool, gesso, cimento, adubo e fertilizante.

O governador terá uma reunião, no final da tarde, em Brasília, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para discutir socorro federal ao Estado. No sábado, os ministros das Cidades, Márcio Fortes, e da Integração Nacional, João Santana, foram ao Estado e anunciaram a construção de casas para os desabrigados.

Segundo relatório da Defesa Civil de Alagoas, 19 pessoas morreram e mais de mil estão desaparecidas. "O número de mortos pode aumentar, muitas estão desaparecidas", disse o secretário executivo da Coordenação Estadual da Defesa Civil, Deníldson Queiroz.

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