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24 de outubro de 2019
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SUSTENTABILIDADE

Estruturas de madeira apostam na sustentabilidade

Segundo fabricante do setor, a madeira laminada colada (MLC) consome menos energia e água, evitando o desperdício de materiais e acelerando os trabalhos no canteiro de obras
Fonte: Assessoria de imprensa

Pouco conhecida em solo brasileiro, mas popular em obras de pequeno e grande porte na Europa, a madeira laminada colada, ou simplesmente MLC, é utilizada em projetos de casas, painéis, revestimentos e até prédios e pontes.

Ela é feita a partir de lâminas de madeira unidas por meio de adesivos, que garantem durabilidade e resistência da obra. Como benefícios, as estruturas em MLC prometem consumir menos energia em sua fabricação, evitando o desperdício de materiais e diminuindo o tempo de construção em cerca de 60%, já que as estruturas precisam de menos parafusos, encaixes e soldas. Além disso, possuem maior resistência ao calor e substâncias químicas.

As estruturas também são mais flexíveis, chegando a comprimentos e curvaturas diversas, adaptando o material a diferentes projetos, possibilitando obter vigas em formas curvas, triangulares ou trapezoidais.

“A técnica é interessante, pois possibilita que espécies de madeira de baixa densidade, leve e de crescimento rápido, como o pinus, sejam coladas e transformadas em vigas e pilares estruturais”, comenta Sérgio Jankowski, vice-presidente da Grossl, empresa do segmento de adesivos e abrasivos.

Para ele, a utilização de MLC deve crescer nos próximos anos e ganhar mais espa&ccedi...


Pouco conhecida em solo brasileiro, mas popular em obras de pequeno e grande porte na Europa, a madeira laminada colada, ou simplesmente MLC, é utilizada em projetos de casas, painéis, revestimentos e até prédios e pontes.

Ela é feita a partir de lâminas de madeira unidas por meio de adesivos, que garantem durabilidade e resistência da obra. Como benefícios, as estruturas em MLC prometem consumir menos energia em sua fabricação, evitando o desperdício de materiais e diminuindo o tempo de construção em cerca de 60%, já que as estruturas precisam de menos parafusos, encaixes e soldas. Além disso, possuem maior resistência ao calor e substâncias químicas.

As estruturas também são mais flexíveis, chegando a comprimentos e curvaturas diversas, adaptando o material a diferentes projetos, possibilitando obter vigas em formas curvas, triangulares ou trapezoidais.

“A técnica é interessante, pois possibilita que espécies de madeira de baixa densidade, leve e de crescimento rápido, como o pinus, sejam coladas e transformadas em vigas e pilares estruturais”, comenta Sérgio Jankowski, vice-presidente da Grossl, empresa do segmento de adesivos e abrasivos.

Para ele, a utilização de MLC deve crescer nos próximos anos e ganhar mais espaço na indústria da construção. “Seja por questões culturais ou até outras questões que limitam a usabilidade, a utilização da técnica MLC e do adesivo é de fundamental importância para a construção, por suas características de resistência à umidade, intempéries e pela sua flexibilidade”, diz o executivo.