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08 de agosto de 2019
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Sistema para gestão inteligente do concreto é desenvolvido com recurso de Internet das Coisas (IoT)

A GCP Applied Technologies apresenta o Verifi In-transit, que traz a tecnologia para transformar os processos e as operações da indústria do concreto
Fonte: Assessoria de Imprensa

A GCP Applied Technologies, empresa especializada no fornecimento de aditivos químicos para concreto e cimento, apresentará na 12ª edição da Concrete Show – Feira do Cimento e Concreto para a Construção, que acontece de 14 a 16 de agosto, em São Paulo, o Verifi In-transit, uma tecnologia baseada na IoT (Internet das coisas) que gerencia, monitora e ajusta o concreto durante o transporte.

De acordo com Rodrigo Lamarca, diretor comercial na América Latina, todas as informações coletadas e geradas pelo Verifi In-transit são armazenadas em um Big Data, hospedadas na nuvem e gerenciadas pelo próprio cliente e por um analista de negócio dedicado exclusivamente para cada cliente.

“Além disso, todos os dados e informações são protegidos por um contrato de confidencialidade”, garante Lamarca.

A plataforma utiliza sensores instalados no caminhão betoneira que medem, gerenciam e registram as propriedades do concreto no estado fresco.

O servidor na nuvem permite que os clientes fiquem conectados em tempo real e recebam dados e relatórios gerenciais que permitem a tomada de decisões gerenciais e estratégicas.

Essa tecnologia, inovadora no Brasil, explica, traz muitas vantagens: a garantia que o volume comprado é realmente igual ao volume contratado; aument...


A GCP Applied Technologies, empresa especializada no fornecimento de aditivos químicos para concreto e cimento, apresentará na 12ª edição da Concrete Show – Feira do Cimento e Concreto para a Construção, que acontece de 14 a 16 de agosto, em São Paulo, o Verifi In-transit, uma tecnologia baseada na IoT (Internet das coisas) que gerencia, monitora e ajusta o concreto durante o transporte.

De acordo com Rodrigo Lamarca, diretor comercial na América Latina, todas as informações coletadas e geradas pelo Verifi In-transit são armazenadas em um Big Data, hospedadas na nuvem e gerenciadas pelo próprio cliente e por um analista de negócio dedicado exclusivamente para cada cliente.

“Além disso, todos os dados e informações são protegidos por um contrato de confidencialidade”, garante Lamarca.

A plataforma utiliza sensores instalados no caminhão betoneira que medem, gerenciam e registram as propriedades do concreto no estado fresco.

O servidor na nuvem permite que os clientes fiquem conectados em tempo real e recebam dados e relatórios gerenciais que permitem a tomada de decisões gerenciais e estratégicas.

Essa tecnologia, inovadora no Brasil, explica, traz muitas vantagens: a garantia que o volume comprado é realmente igual ao volume contratado; aumenta a eficiência e a produtividade da concreteira; permite cumprir prazos mais curtos; facilita a concretagem; oferece o controle das principais variáveis e reduz o tempo de ciclo da produção do concreto.

“O principal diferencial dessa tecnologia é a garantia de que o concreto entregue na obra não tem nenhum tipo de alteração ao que foi contratado. Para a empresa que comprou o concreto, a construtora, por exemplo, o Verifi In-transit traz mais transparência nas informações, pois ele consegue acessar online e acompanhar tudo que está acontecendo com o concreto contratado. Além da garantia de entrega do volume, que é um grande desafio e preocupação para o mercado final do concreto”, explica Lamarca.

Segundo o executivo, o Verifi In-transit foi completamente repaginado e agora apresenta-se como uma solução de gestão do transporte do concreto e está disponível para a América Latina. O Verifi está ativo em mais de 3 mil caminhões na América do Norte, Ásia e Europa.

“Aqui no Brasil, temos um mercado mais conservador, mas com muito potencial. Acreditamos, inclusive, que em breve iniciará um movimento por parte dos consumidores finais, cada vez mais exigentes, que terão conhecimento para solicitar que suas obras sejam mais seguras. O Verifi mede, por exemplo, a quantidade de água que foi adicionada no concreto. E quanto mais água, menor é a qualidade e maior é o risco do concreto apresentar problemas”, explica Lamarca.