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26 de setembro de 2019
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ENTIDADES

Sindicato dos Engenheiros de SP celebra 85 anos de história

A trajetória teve início no contexto da industrialização do Estado, em que os engenheiros passam a ter importância capital
Fonte: Globo.com

Fundado em 21 de setembro de 1934, o Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (SEESP) está prestes comemorar os seus 85 anos.

Para o presidente da entidade, Murilo Pinheiro, o balanço do longo período é extremamente positivo.

“O SEESP tem presença relevante na história do Estado de São Paulo e do país nesse tempo todo em que foi se estruturando, fortalecendo-se e crescendo, tornando-se uma entidade à altura da importância da categoria que representa”, enfatiza.

A trajetória teve início no contexto da industrialização do Estado, em que os engenheiros passam a ter importância capital. A intenção inaugural era ter um representante classista perante o Congresso, em atendimento a regra constante do segundo capítulo, parágrafo terceiro, da Constituição de 1934.

Os primeiros presidentes da entidade foram Francisco Teixeira da Silva Telles (1934-1952), Mario Freire (1952-1954), Christiano Carneiro Ribeiro da Luz Jr. (1954-1956), Luiz Lins de Vasconcellos Neto (1956-1960) e Cyro Peixoto Santos (1960-1980), cuja gestão enfrentou o desafio de atuar em meio à ditadura militar, a partir do golpe de 1964.

Renovação, consolidação e avanços

Não obstante, no ano de 1977, importante conquista foi alcançada: a consolidação do primeiro dissídio coletivo, junto ao Sindicato dos Bancos.

Em 1980 ocorre um momento de transformação no SEESP a partir do “Movimento de Renovação e Oposição”, que será a base para sua característica como sindicato-cidadão.

Assume o comando Horácio Ortiz (1980-1983), seguido por Antonio Octaviano (1983-1986) e Allen Habert (1986-1989) – gestões marcadas pela luta pela redemocratização e, após o fim do período de exceção, participação decisiva para inserção do capítulo de Ciência e Tecnologia na Constituição Federal de 1988.

Em sequência, assume Rutênio Gurgel Bastos (1989-1992). Ao final de sua gestão foi assegurada importante vitória à valorização profissional, fruto de luta antiga: a aprovação da Lei 8.029/1992, que garantiu a reciclagem tecnológica para os engenheiros do Estado.