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16 de janeiro de 2020
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RESULTADOS

Setor do aço ainda sente efeitos da tragédia de Brumadinho

De acordo com o Instituto Aço Brasil, com a queda nas vendas internas, o volume somou 18,5 de toneladas e a produção total atingiu 32,5 de toneladas
Fonte: Jovem Pan

A tragédia de Brumadinho, em MG, prestes a completar 1 ano, matou 259 pessoas e há ainda 11 desaparecidas.

Além do saldo irreparável às famílias e vítimas, o rompimento da barragem da Vale, em 25 de janeiro de 2019, em Minas Gerais, trouxe também reflexos à atividade siderúrgica do país.

O presidente do Instituto Aço Brasil, Marco Polo de Mello Lopes, ressalta a queda na produção em 8,2%, e a redução do consumo aparente, em 2,4% em 2019.

“A queda também no mercado interno se deve pela recuperação que de fato ocorreu, mas não na intensidade e velocidade desejada e necessária. Para 2020 as expectativas são bem mais favoráveis.

Estamos estimando um crescimento da produção na faixa de 5,3%, as vendas em 5,1% e o consumo aparente também entre 5%.”

Marco Polo explica que a capacidade instalada atingiu 64% e o ano ficou abaixo das expectativas.

“Mesmo com esse crescimento que é bastante significativo, o setor passaria a operar com cerca de 67% da capacidade – o que é muito baixo. Isso define a necessidade muito grande de exportação. Para isso vamos trabalhar junto ao governo para melhorar as condições de competitividade e assegurar acesos aos mercados.”

De acord...


A tragédia de Brumadinho, em MG, prestes a completar 1 ano, matou 259 pessoas e há ainda 11 desaparecidas.

Além do saldo irreparável às famílias e vítimas, o rompimento da barragem da Vale, em 25 de janeiro de 2019, em Minas Gerais, trouxe também reflexos à atividade siderúrgica do país.

O presidente do Instituto Aço Brasil, Marco Polo de Mello Lopes, ressalta a queda na produção em 8,2%, e a redução do consumo aparente, em 2,4% em 2019.

“A queda também no mercado interno se deve pela recuperação que de fato ocorreu, mas não na intensidade e velocidade desejada e necessária. Para 2020 as expectativas são bem mais favoráveis.

Estamos estimando um crescimento da produção na faixa de 5,3%, as vendas em 5,1% e o consumo aparente também entre 5%.”

Marco Polo explica que a capacidade instalada atingiu 64% e o ano ficou abaixo das expectativas.

“Mesmo com esse crescimento que é bastante significativo, o setor passaria a operar com cerca de 67% da capacidade – o que é muito baixo. Isso define a necessidade muito grande de exportação. Para isso vamos trabalhar junto ao governo para melhorar as condições de competitividade e assegurar acesos aos mercados.”

De acordo com o Instituto Aço Brasil, com a queda nas vendas internas, o volume somou 18,5 de toneladas e a produção total atingiu 32,5 de toneladas.