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23 de julho de 2020
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TECNOLOGIA

Pandemia acelera processo de transformação digital na construção

Startup investe em tecnologias e adapta produtos e serviços para o mundo digital
Fonte: Assessoria de Imprensa

A pandemia causada pela Covid-19 está mudando o formato das empresas. Considerado um dos setores mais tradicionais, a construção civil está se adaptando a esta nova realidade e se reinventar é imprescindível para continuar ganhando mercado e estar mais próximo de seus clientes.

Agora, o novo normal das empresas é dentro de casa e a transformação digital vem cada vez mais acelerando este processo. Para sobreviver nos próximos meses, o único caminho será a inovação.

A Celere – startup e consultoria de eficiência na construção civil é um exemplo de como o setor está se adaptando às mudanças causadas pela pandemia.

Focada em estudos de viabilidade, orçamentos e gerenciamento de obras, nos últimos meses a startup redesenhou e criou novos produtos, que serão 100% digitais e poderão ser acessados em qualquer lugar, tanto por clientes quanto por colaboradores.

A empresa transformou os seus produtos e serviços com tecnologia e outras ferramentas que vem sendo desenvolvidas há cinco anos, com soluções pensadas executar e entregar os serviços remotamente.

“Foi necessário fazer uma transformação para atender remotamente com mais eficiência e, para isso, não só usamos as t...


A pandemia causada pela Covid-19 está mudando o formato das empresas. Considerado um dos setores mais tradicionais, a construção civil está se adaptando a esta nova realidade e se reinventar é imprescindível para continuar ganhando mercado e estar mais próximo de seus clientes.

Agora, o novo normal das empresas é dentro de casa e a transformação digital vem cada vez mais acelerando este processo. Para sobreviver nos próximos meses, o único caminho será a inovação.

A Celere – startup e consultoria de eficiência na construção civil é um exemplo de como o setor está se adaptando às mudanças causadas pela pandemia.

Focada em estudos de viabilidade, orçamentos e gerenciamento de obras, nos últimos meses a startup redesenhou e criou novos produtos, que serão 100% digitais e poderão ser acessados em qualquer lugar, tanto por clientes quanto por colaboradores.

A empresa transformou os seus produtos e serviços com tecnologia e outras ferramentas que vem sendo desenvolvidas há cinco anos, com soluções pensadas executar e entregar os serviços remotamente.

“Foi necessário fazer uma transformação para atender remotamente com mais eficiência e, para isso, não só usamos as tecnologias e plataformas disponíveis no mercado, como também criamos pequenos times de acordo com cada projeto”, afirma Raphael Chelin, engenheiro civil e co-fundador da Celere.

Ainda de acordo com o engenheiro, estes pequenos times foram divididos em salas on-line e qualquer colaborador pode falar com o seu colega, em qualquer hora do dia, apenas ligando o microfone, como se estivesse dentro da empresa, mas na verdade cada um está na sua casa.

“A ideia foi tentar aproximar, mesmo no isolamento social, e manter uma rotina mais próxima possível da que tínhamos quando estávamos fisicamente próximos”, complementa.

A nova estrutura já rendeu bons resultados para a Celere. Com cerca de 20 colaboradores em regime home office desde março, a empresa não demitiu e nem reduziu jornadas e salários. A forma de atender os clientes também vem passando por mudanças. Antes da pandemia, 50% dos clientes contavam com consultoria presencial.

Hoje esta realidade é diferente, menos de 10% ainda contam com trabalhos presenciais. Com isso, a startup também conquistou novos clientes. O faturamento acumulado entre janeiro e junho deste ano, por exemplo, comparado ao mesmo de 2019, teve o dobro do faturamento.

Para Chelin, este modelo remoto foi muito bem visto e muito mais eficiente para a empresa, que teve mais otimização de tempo, produtividade, custos e deslocamentos.

“Antes, um dos diretores da Celere, por exemplo, chegou a ficar apenas cinco dias em sua residência durante um mês. E era algo bem comum dentro da equipe. Não bastava ter processos on-line, precisávamos criar uma forma de atuar on-line o mais próximo possível, tanto entre nossa equipe quanto para os clientes. A nossa intenção mais para frente, quando o isolamento acabar, é ter postos rotativos de trabalho, mas manter o home office, pois o modelo deu muito certo”.