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12 de março de 2020
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PARCERIA

Instituto Brasileiro de Mineração assina Memorando de Entendimento para aumentar o investimento canadense no setor mineral brasileiro

A colaboração com os principais mercados acionários do Canadá poderá contribuir para a expansão dos negócios do setor no Brasil.
Fonte: Assessoria de Imprensa

O Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) informa que assinouno dia 2 de março, em Toronto, Canadá, um Memorando de Entendimento (MOU) com a Toronto Stock Exchange (TSX) e a TSX Venture Exchange (TSXV) para estabelecer um relacionamento colaborativo destinado a aumentar o investimento no setor de mineração brasileiro nos próximos anos.

As duas partes esperam que o MOU abra perspectivas para a expansão da pesquisa geológica, exploração e desenvolvimento de projetos de mineração no Brasil.

Algumas das iniciativas estabelecidas no MOU incluem o aumento do número de empresas de mineração brasileiras nas bolsas de valores canadenses e a identificação conjunta de oportunidades para aumentar a atratividade do investimento para o setor de mineração brasileiro.

O Ibram irá desempenhar papel fundamental na implementação das ações contempladas no MOU, incluindo a identificação de projetos atraentes e oportunidades de investimentos no setor mineral brasileiro.

O Ibram e as bolsas também organizarão uma agenda conjunta para promover a mineração brasileira, como conferências de investidores destinadas a atrair investimentos canadenses.

“Esperamos que este MOU seja mutuamente benéfico para os in...


O Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) informa que assinouno dia 2 de março, em Toronto, Canadá, um Memorando de Entendimento (MOU) com a Toronto Stock Exchange (TSX) e a TSX Venture Exchange (TSXV) para estabelecer um relacionamento colaborativo destinado a aumentar o investimento no setor de mineração brasileiro nos próximos anos.

As duas partes esperam que o MOU abra perspectivas para a expansão da pesquisa geológica, exploração e desenvolvimento de projetos de mineração no Brasil.

Algumas das iniciativas estabelecidas no MOU incluem o aumento do número de empresas de mineração brasileiras nas bolsas de valores canadenses e a identificação conjunta de oportunidades para aumentar a atratividade do investimento para o setor de mineração brasileiro.

O Ibram irá desempenhar papel fundamental na implementação das ações contempladas no MOU, incluindo a identificação de projetos atraentes e oportunidades de investimentos no setor mineral brasileiro.

O Ibram e as bolsas também organizarão uma agenda conjunta para promover a mineração brasileira, como conferências de investidores destinadas a atrair investimentos canadenses.

“Esperamos que este MOU seja mutuamente benéfico para os investidores canadenses e o Brasil, e é nosso objetivo ver o Canadá e outros países reconhecerem as excelentes oportunidades de investimentos no nosso país, dotado de uma mineração altamente prospectiva e geologicamente diversa”, diz Wilson Brumer, presidente do Conselho Diretor do IBRAM e signatário do acordo.

O Ibram calcula que os investimentos no setor mineral brasileiro irão se expandir nos próximos anos.

Em fevereiro último, o Instituto anunciou que o valor dos investimentos no setor de mineração brasileiro deverá ser de US$ 32,5 bilhões no período 2020-2024, representando um aumento de 18% nos investimentos em comparação com a previsão para 2019-2023.

Esse aumento será impulsionado por investimentos em projetos minerários (green field e brown field) e segurança operacional.

"Temos o prazer de trabalhar com o Ibram em esforços conjuntos para promover o setor de mineração brasileiro, pois este é um mercado importante para a Toronto Stock Exchange e a TSX Venture Exchange", disse Robert Peterman, vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios Globais, TSX e TSXV.

“O setor mineral do Brasil apresenta excelentes oportunidades de investimento. Apenas 30% dos 8,5 milhões de km2 do país têm pesquisa geológica adequada para mineração. As minas ocupam apenas 0,6% do território do país, portanto, há um enorme potencial para novos investimentos e a descoberta de futuros depósitos de classe mundial”, comenta Flávio Penido, diretor-presidente do Ibram.