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03 de outubro de 2019
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RESULTADOS

Indústria da construção reforça tendência de melhora em agosto

Ainda que em ritmo lento, a construção civil continua a dar sinais de que está recuperando o vigor do período pré-crise econômica
Fonte: Assessoria de Imprensa

De acordo com a Sondagem Indústria da Construção, os índices de evolução de emprego e de atividade do setor chegaram ao melhor nível dos últimos seis anos. Empresas também estão otimistas com o futuro próximo

Ainda que em ritmo lento, a construção civil continua a dar sinais de que está recuperando o vigor do período pré-crise econômica.

Em agosto, o índice de evolução da atividade do setor cresceu 0,8 ponto, alcançado 49,2 pontos, e o índice de evolução do número de empregados subiu 0,6, em comparação com julho, para 49,9 pontos.

Embora ainda abaixo dos 50 pontos – patamar que indica que o setor ainda encolhe –, os indicadores mostram melhora em todos os meses de 2019, acompanhado de otimismo dos empresários com o futuro próximo.

Os indicativos da recuperação gradual do setor estão na Sondagem Indústria da Construção, divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) na semana passada. Segundo a pesquisa, os indicadores de evolução do número de empregados e o do nível de atividade alcançaram o maior nível em seis anos.

“Ainda que emprego e ritmo de atividade das empresas continuem recuando, isso ocorre no menor nível desde 2013 e, em 2019, observamos melhora nos indicadores em todos os meses do ano”, analisa a economista da CNI, Dea Fioravante.

Apesar da evolução dos indicadores, as empresas da construção civil permanecem com ociosidade elevada. Em agosto, a utilização da capacidade operacional (UCO) ficou em 58%, acréscimo de um ponto percentual frente ao mês anterior e dois pontos percentuais em relação ao nível de 12 meses atrás.

Investimento

Apesar dos sinais de recuperação, a intenção do investimento do empresário da construção civil mantém-se volátil.

Em agosto, o indicador subiu para 37,2 pontos, segunda marca mais elevada de 2019 e acima da média histórica de 33,7 pontos.

O indicador vai de 0 a 100 pontos e, quanto maior o valor, maior a disposição em fazer investimentos.