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11 de julho de 2019
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RESULTADOS / Construção apresenta baixo dinamismo, mas expectativas seguem positivas em Minas Gerais

O nível de atividade das empresas ficou bem inferior ao usual para o mês, sugerindo que o setor continua com baixo dinamismo.

Apesar do fraco desempenho da construção, houve melhora, na comparação mensal, das perspectivas dos empresários mineiros quanto à atividade, às compras de matérias-primas e às contratações para os próximos seis meses.

Vale destacar, entretanto, que os índices de expectativas vêm oscilando mês a mês, após terem atingido patamares mais elevados no início do ano. As intenções de investimento recuaram pela segunda vez consecutiva e registraram o menor nível em 2019.

Desempenho da indústria da construção mineira

O indicador de atividade da Construção caiu 2,8 pontos na comparação com abril (45,7 pontos) e marcou 42,9 pontos em maio.

Oresultado revelou queda mais intensa da atividade no mês, ao distanciar-se dos 50 pontos – fronteira entre recuo e elevação. O índice mostrou pequeno aumento, de 0,2 ponto, na comparação com maio de 2018 (42,7 pontos), e foi o mais elevado para o mês em cinco anos.

O indicador de atividade em relação à usual decresceu 7,0 pontos entre abril (33,9 pontos) e maio (26,9 pontos), e seguiu apontando nível de atividade inferior ao habitual para o mês. Frente a maio de 2018 (25,2 pontos), o índice avançou 1,7 ponto.

O indicador de evolução do número de empregados recuou 0,7 ponto em relação a abril (43,4 pontos), registrando 42,7 pontos em maio. Com a queda, o índice apontou retração mais acentuada do emprego. O indicador também foi inferior ao apurado em maio de 2018 (43,3 pontos).

Expectativas da indústria da construção mineira

Os empresários da construção estimam que o nível de atividade irá aumentar nos próximos seis meses. Contudo, o indicador – que chegou a atingir 60,8 pontos em fevereiro – oscilou ao longo do primeiro semestre e registrou 53,4 pontos em junho, valor mais próximo do nível neutro dos 50 pontos.

O índice avançou 3,3 pontos frente a maio (50,1 pontos) e 8,0 pontos em relação a junho de 2018 (45,4 pontos), quando as expectativas foram seriamente impactadas pela greve dos caminhoneiros.