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01 de agosto de 2019
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Consórcio integrado pela Sabesp inaugura em Mogi Mirim sistema de energia solar em saneamento

Como uma das empresas proprietárias da Sesamm, a Sabesp poderá levar a tecnologia das placas, proveniente da China, para outras unidades
Fonte: Assessoria de Imprensa

Entrou em operação no dia 25 de julho, o primeiro sistema de geração de energia solar no setor de saneamento do Brasil, a Usina Fotovoltaica da ETE Mogi Mirim, deServiços de Saneamento de Mogi Mirim (Sesamm), fruto de consórcio formado entre Sabesp, GS Inima Brasil e ECS Operações.

Como uma das empresas proprietárias da Sesamm, a Sabesp poderá levar a tecnologia das placas, proveniente da China, para outras unidades.

“É uma parceria de suma importância para Mogi Mirim, e, a presença da Sabesp no consórcio da Sesamm traz grandes benefícios para a população”, disse o prefeito de Mogi Mirim, Carlos Nelson Bueno.

“O impacto ambiental da inauguração da usina fotovoltaica na ETE Mogi Mirim é extremamente positivo, na medida em que passamos a utilizar uma energia limpa e renovável. Dessa forma, vamos contribuir para uma comunidade mais sustentável e para uma produção e um consumo mais responsável. O projeto vai servir de referência para ser replicado em outras estações da SabespnoEstado”, afirmou Cristina Zuffo, superintendente de pesquisa, desenvolvimento tecnológico, inovação e novos negócios.

“Com a instalação da nova tecnologia pretendemos trazer ainda mais sustentabilidade p...


Entrou em operação no dia 25 de julho, o primeiro sistema de geração de energia solar no setor de saneamento do Brasil, a Usina Fotovoltaica da ETE Mogi Mirim, deServiços de Saneamento de Mogi Mirim (Sesamm), fruto de consórcio formado entre Sabesp, GS Inima Brasil e ECS Operações.

Como uma das empresas proprietárias da Sesamm, a Sabesp poderá levar a tecnologia das placas, proveniente da China, para outras unidades.

“É uma parceria de suma importância para Mogi Mirim, e, a presença da Sabesp no consórcio da Sesamm traz grandes benefícios para a população”, disse o prefeito de Mogi Mirim, Carlos Nelson Bueno.

“O impacto ambiental da inauguração da usina fotovoltaica na ETE Mogi Mirim é extremamente positivo, na medida em que passamos a utilizar uma energia limpa e renovável. Dessa forma, vamos contribuir para uma comunidade mais sustentável e para uma produção e um consumo mais responsável. O projeto vai servir de referência para ser replicado em outras estações da SabespnoEstado”, afirmou Cristina Zuffo, superintendente de pesquisa, desenvolvimento tecnológico, inovação e novos negócios.

“Com a instalação da nova tecnologia pretendemos trazer ainda mais sustentabilidade para a unidade, pois já contamos com serviço de água de reuso e iluminação em LED das instalações. Com a instalação das placas fotovoltaicas vamos suprir em 30% o abastecimento de energia, beneficiando ainda mais a estação nesse aspecto”, frisou Carlos Roberto Ferreira, diretor-presidente da Sesamm.

Segundo Paulo Roberto de Oliveira, presidente da GS Inima Brasil, desde o início da parceria entre Sabesp e GS Inima Brasil, em 2008, houve muitos avanços.

Desta vez, explica, foram feitos estudos técnicos sobre energia limpa que apontaram para o sistema fotovoltaico como o mais adequado para a ETE Mogi Mirim.

“É um ótimo modelo, que vai servir de exemplo para outras regiões de São Paulo”, destacou o executivo.

Energia Limpa

A energia limpa é produzida a partir da radiação solar em contato com os 1.066 módulos instalados nos telhados e ao redor da estação.

Os painéis de silício captam a energia solar e a convertem em energia elétrica, atendendo a todas as exigências da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

A usina produz 606 MWh (Mega Watt por hora), suprindo 30% da energia elétrica geral necessária para o tratamento de esgoto.

Atualmente, a estação é capaz de tratar 150 litros de esgoto por segundo e conta com tecnologia de lodos ativados com aeração prolongada.

O investimento no Sistema Fotovoltáico é de R$ 1,8 milhão, totalmente realizado pela Sesamm.

A tecnologia de células PERC – da sigla em inglês Passivated Emitter and Rear Cell, ou, emissor passivo e célula traseira – tem uma eficiência muito maior, o que resulta em uma redução de área ocupada pelos módulos fotovoltaicos e uma geração mais eficiente de energia.

Em operação desde 2012, a ETE Mogi Mirim é 100% automatizada e utiliza o sistema de aeração superficial Orbal Siemens, que proporciona o desligamento dos equipamentos no horário de ponta, reduzindo o custo operacional da ETE.

A ETE não utiliza água potável em seus processos, já que toda água utilizada é Água de Reuso produzida na estação.