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03 de outubro de 2019
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SUSTENTABILIDADE

Aquarum segue com o fornecimento de água potável para a população de Guarulhos

Aquarum Saneamento Ambiental atua no apoio operacional junto a Sabesp para as ETAs de Cabuçu e Tanque Grande
Fonte: Assessoria de Imprensa

A Aquarum Saneamento Ambiental segue com os serviços prestados no tratamento de água do município de Guarulhos, iniciado em setembro de 2016, durante a gestão SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgoto), agora em um novo ciclo junto à Sabesp de melhoria continuada, no apoio operacional e manutenção de duas ETAs – Estação de Tratamento de Água na cidade de Guarulhos: Cabuçu e Tanque Grande.

A novidade foi informada durante a 30º Edição da Fenasan – Feira Nacional de Saneamento e Meio Ambiente, que aconteceu entre os dias 17 e 19 de setembro na capital paulista, considerada uma das maiores feiras do setor de saneamento no Brasil e na América Latina.

A operação conjunta, na melhoria dos sistemas de tratamento ampliou a produção das ETAs atingindo uma população estimada de 200 mil habitantes, que passa a receber água potável em suas casas regularmente, sem interrupções no abastecimento.

Os bairros diretamente beneficiados pela execução do tratamento de água feito são: Fortaleza, Bananal, Parque Continental, Cabuçu, Recreio São Jorge e Cizanéia.

A empresa é especializada na implantação e operação de sistemas e tecnologias para otimização, conservação e gerenciamento dos recursos hídricos em concessionárias públicas e privadas, indústria, hospitais, shopping center, centros comerciais entre outros.

A Aquarum emprega tecnologias capazes de atender a conceitos de proteção ambiental e reutilização de efluentes dentro de uma criteriosa análise de fatores econômicos, técnicos e ambientais sustentáveis.

“Além disso a empresa possui uma estrutura de atendimento focada na flexibilidade, na proximidade e no desenvolvimento de projetos customizados de acordo com a realidade de cada cliente”, afirma a empresa.

Trabalhar de forma sustentável é o novo desafio das empresas do setor de saneamento. Segundo dados do Trata Brasil são jogadas diariamente na natureza, mais de 5 mil piscinas olímpicas de esgoto, o que contribui para a proliferação de doenças, a degradação ambiental e o atraso no desenvolvimento econômico.