18 de agosto de 2011
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Energia

BNDES destina R$ 445,7 mi a parques eólicos

A diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 445,7 milhões para a construção de oito parques eólicos no Rio Grande do Sul. As usinas, em conjunto, terão capacidade instalada de 150 MW. Os investimentos totais estão estimados em cerca de R$ 725,2 milhões.

Os recursos serão destinados a três Sociedades de Propósito Específico (SPEs) que adquiriram a concessão, entre elas a Parques Eólicos Palmares (R$ 153,6 milhões), a Ventos da Lagoa (R$ 150,8 milhões) e a Ventos do Litoral (R$ 141,2 milhões). As usinas já possuem contratos de comercialização de energia de 20 anos.

Controladas pela Enerfin do Brasil, as sociedades são responsáveis pelos projetos nos municípios de Palmares do Sul e Osório. Os parques a serem implantados pela Ventos da Lagoa e pela Ventos do Litoral, em Osório, que somam 100 MW, são a extensão direta do complexo da empresa Ventos do Sul, instalado naquele município em 2006, no âmbito do Proinfa, com 150 MW e financiamento de R$ 465 milhões do BNDES.

De acordo com o próprio banco de fomento, desde 2005 já foram aprovados financiamentos de R$ 4,5 bilhões para investimentos em eólicas. Atualmente, o Banco tem em carteira outros R$ 4,2 bilhões referentes a novos projetos.

EDP

O crescimento da Energias do Brasil este ano deverá se concentrar mais no Espírito Santo do que em São Paulo. Essa é a expectativa da empresa, revelada por seu presidente, Antonio Pita de Abreu, que espera uma expansão de 5% na área da Escelsa, puxada pelo aumento da demanda por parte das empresas exportadoras que operam na região. Por sua vez, a expectativa da Bandeirante é de aumento de 3% uma vez que não há perspectiva de crescimento na demanda industrial das cidades em que atua.

“O consumo de energia da Bandeirante no primeiro semestre deste ano ficou 3,6% maior em energia vendida. Esses resultados refletem o efeito da estabilização do crescimento da indústria no Estado de São Paulo”, comentou o executivo. “Nossa expectativa para a Escelsa é também de manter o ritmo do primeiro semestre, puxada pelas grandes exportadoras e com isso deverá encerrar 2011 com taxa de crescimento de 5% em energia distribuída”, avaliou.

No total, a empresa investiu R$ 139,26 milhões no segundo trimestre deste ano, montante 24,5% menor que os R$ 184,5 milhões aplicados no mesmo período no ano passado.