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Jogo Rápido

Revista Grandes Construções Edição 21 - 12/2011

Uso do aço na construção é menor que o esperado

As importações de aço continuam preocupando as siderúrgicas instaladas no Brasil e motivaram mais uma revisão das estimativas para este ano. De acordo com o Instituto Aço Brasil (IABr), a produção nacional de aço bruto deve ficar em torno de 35,2 milhões de toneladas, 7,1% a mais que no ano passado.

Apesar de representar mais um recorde para o setor, o número significa uma redução de mais de 1 milhão de toneladas sobre a estimativa de crescimento feita anteriormente para este ano, de acordo com o presidente executivo do instituto, Marco Polo de Mello Lopes.

Os ajustes também alteraram a projeção de vendas internas, que devem atingir 21,5 milhões de toneladas este ano, 1 milhão de toneladas a menos que a projeção anterior, feita em agosto. Para as exportações, a expectativa é atingir 10,7 milhões de toneladas, 19,4% a mais do que em 2010. Ainda de acordo com o IABr, as importações devem totalizar 3,7 milhões de toneladas, 37,9% a menos que em 2010, mas “significativamente acima dos níveis históricos”, de acordo com Lopes.

Eventos como a Copa de 2014, as Olimpíadas de 2016, a exploração do Pré-sal óleo e o Programa Minha Casa, Minha Vida, geraram expectativas de forte crescimento no setor. Mas, segundo o IABr, algumas iniciativas que não priorizaram o conteúdo nacional frustraram essas expectativas. Exemplo disso foi a construção de coberturas de alguns estádios para a Copa do Mundo utilizando aço português. O consumo per capita do aço ainda é muito baixo no Brasil.

 

20/12/2011

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